Afinal são já dia 11…

10468680_688372021255823_152328367447792567_nQuase passavam despercebidas, mas aí estão as eleições para os órgão distritais do CDS-PP, convocadas em 10 de Setembro…

Publicada fora de prazo, certamente por lapso dos serviços HAcentrais do Partido, aqui fica a lista, única, candidata que apresenta Hélder Amaral como candidato a Presidente da Comissão Política Distrital e António José Coelho para a Mesa do Plenário Distrital.

A posse, bem essa não demorará muito, deve ser já dia 18, data em que tomam posse várias concelhias, incluindo a de Viseu, espera-se…

Sábado, dia 11, lá irei cumprir com o meu dever de militante e “botar” o voto…

 

 

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“Silly” ou não, é a “season” cá da malta…

Eis que chegamos a Setembro, suposto final de férias, “dead end” da denominada “silly season” politiqueira, a qual já foi bem mais interessante do que nos dias que correm…

Mantendo o registo, estamos então, em fase de “rentrée”, mas só para alguns, pois outros houve que não saíram de cena, ou não estivessemos em época de Feira de S. Mateus e a malta, mesmo dizendo que não, o que gosta mesmo é de “feirar”…

10488181_10204321341015219_2701961594739855324_n-1E feirar é o que tem feito António Almeida Henriques, edil de Viseu cidade região e com aspirações a líder regional. É que apesar das férias, a malta da “propaganda” não se cansa e vai que é um corropio… Ele é Volta a Portugal, ele é festa das Vindimas, Gabinetes do Agricultor e ciclistas outra vez, pelo meio ainda deu para ir ver o Académico ao Fontelo,10645304_1532237556994530_1137400549251394536_n lançar a requalificação do Largo do Arraial na “independente” Abraveses e para dar uma “mão” na Feira de S. Mateus ao som das concertinas do grande Canário… Aliás, a Jorge Sobrado, também conhecido como o “Biriato” dos tempos modernos, só lhe falta cantar à desgarrada, sendo que “desafiantes” não faltam nem vão faltar…

Animado e “quente” vai o verão socialista, mergulhados numa autêntica “jihad” pelo poder onde vale quase tudo, também a nível local, as eleições para a Federação Distrital estão ao rubro. Acácio Pinto e António Borges vão votos este fim-de-semana num clima 10538569_288975371281699_5139794759397608584_nde grande crispação interna, mas com as quotas em dia e concelhias renascidas. António Borges, a fazer fé na “cacique-ó-sondagem” que a sua candidatura fez nos últimos dias, é apontado como provável vencedor. Habituado a ganhar, Borges, o candidato do sistema, 10687089_678000338961615_1100672476958641454_napoiante e apoiado por Seguro, colocou no terreno toda a sua sapiência em matéria de campanhas e eleições surpreendendo um Acácio Pinto que ainda acredita que são as ideias que ganham eleições.

Calmo e temperado foi o verão laranja, com a questão distrital arrumada com a291762_2222711610675_1595365208_n manutenção, conveniente, de Mota Faria na liderança da distrital, talvez como prémio pelos resultados eleitorais alcançados, cabe a Pedro Alves dar as cartas. Aquele que já apelidaram de “mourinho” das beiras vai dando o “jogo” conforme pode e deixam, resta saber até quando…

HACom a concelhia local, essa sim, literalmente de férias, eleita faz hoje precisamente 2 meses, à espera de “posse” mas com vontade de “feirar” em grande já no próximo dia 12, o CDS, cuja distrital irá brevemente, ou não, a votos, teve um verão aparentemente calmo e sereno, com Hélder Amaral a procurar “arrumar” a casa. Apesar de algumas movimentações é provável que não tenha oposição…

A grande novidade deste verão na política local é a saída do PCP da sua histórica sede em Viseu, porque até já os avisos “vou voltar” de Fernando Ruas se tornaram banais e recorrentes, perdendo assim toda a graça.

Assim sendo, parece-me que “rentrée”não se justifica, que continue a…

E eis que… o CDS já mexe…

joana_coutoAo que parece e a crer no sempre bem informado Rua Direita, já mexem as eleições para a concelhia de Viseu do CDS. Joana Couto de Sousa, advogada e que nas últimas eleições autárquicas “alinhou” pelo CDS como nº 3 da lista encabeçada por Hélder Amaral à Câmara Municipal de Viseu, será candidata.

Saúda-se a candidata e a candidatura, que se espera mobilizadora, renovadora e arejada. O CDS, mais do que consensos “non-sense” precisa de retomar o seu lugar como “actor” dinâmico do teatro político local, precisa de abrir as janelas da sua sede e fazer correr os ventos da inovação e participação no novo ciclo que Viseu atravessa.

Fica a ganhar o CDS e a cidade região com um partido desempoeirado assente em três vectores de acção, a oposição no executivo através do vereador eleito, a Assembleia Municipal e a voz de comando da Comissão Política Concelhia, a quem compete coordenar a acção política.

Até Julho, data apontada pelo já citado Rua Direita, como previsível para a realização das eleições, faltam mais de 3 meses, muita água, alguma de primeira outra nem por isso, correrá debaixo da ponte. Será Joana Couto Sousa candidata única ou outros haverá que se “atrevem” ao desafio?

A pluralidade exerce-se e permite-se, não deve ser um mero pregão…

 

Carreira 529…

1976932_737195492972146_55870159_n529 dias depois de José Carreira ter, ao estilo Elvis, “left the building”, o impasse mantém-se na concelhia de Viseu do CDS.

Carlos Cunha ainda ameaçou mas, como fã de Seu Jorge, cançonetista brasileiro, deu ouvidos à música que diz “Não pego, eu pego, não pego, eu pego, eu não pego não…” e em ida ao confessionário terá sossegado a alma…

Recentemente, um jornal local, a reboque das eleições para a secção de Viseu do PSD, falava em 3 possíveis candidatos para a concelhia local, referindo que segundo o presidente da distrital, estariam para breve as mesmas.

Para breve mesmo estão as eleições europeias onde o CDS concorre coligado com o PSD, com a particularidade de em 2º da lista figurar o ex-edil viseense Fernando Ruas, o que até vem a calhar pois assim,  as “despesas” da campanha ficam a cargo da estrutura laranja.

Uma coisa parece certa, cada vez menos se sente a falta de quem não está.

529 dias depois, a quem interessa este vazio?

Responda quem souber e quiser…

Organizem-se… ou talvez não.

logo_cds_azulEm finais de Janeiro de 2012, um punhado de militantes do CDS em Viseu, o qual eu próprio integrava, preocupados com o vazio que então se vivia na concelhia viseense e o aproximar das eleições autárquicas, resolveram consituir-se sob a forma de “Comissão para a preparação do processo eleitoral autárquico de 2013”. Cumpriu o essencial do seu objectivo que consistia em criar as condições necessárias à apresentação de uma candidatura autónoma  à autarquia de Viseu, o que se materializou na candidatura protagonizada e liderada Hélder Amaral.

Posteriormente havia de ser nomeado Delegado Concelhio o militante Carlos Cunha, hoje deputado na Assembleia Municipal viseense, cujo mandato expirou…

Hoje, volvidos 476 dias sobre a demissão da Comissão Política de Viseu presidida por José Carreira, o vazio directivo mantém-se, sem que se vislumbre o seu fim a breve prazo, sendo certo que era, ao que julgo saber intenção dos dirigentes distritais do CDS “arrumar” este assunto no pós-congresso.

As consequências deste vazio na maior concelhia do distrito e onde o CDS obteve um muito interessante “score” eleitoral com a eleição de Hélder Amaral como vereador e o 994784_605628076128889_2069096531_nreforço do contigente na Assembleia Municipal reflectem-se a nível interno e externo. É notória a descoordenação entre vereação e grupo parlamentar da AM, basta ver o sucedido na última Assembleia na discussão do Orçamento para 2014, para não falar no resultado do 25º Congresso do CDS no qual Viseu concelhia “perdeu” o seu Conselheiro Nacional eleito em Congresso, isto apesar de no global o distrito ter “ganho” com a entrada de Hélder Amaral para a Comissão Executiva do partido.

Com presença na vereação municipal, uma reforçada quantitativa e 999997_629780207047009_2056605853_n-1qualitativa representação na AM, com voz activa em várias freguesias com ainda recentemente se viu na Junta de Freguesia de Viseu e acontecerá em outras muito provavelmente, o CDS não consegue capitalizar junto das populações o seu trabalho bem como, corre o risco de ver esfumar-se todo o esforço que levou ao último resultado eleitoral no concelho.

É mais que tempo de “resolver”de vez esta inusitada situação de vazio político, assim o queiram os dirigentes e os militantes da concelhia de Viseu, nos quais me incluo mas sendo certo que não serei protagonista de uma qualquer solução, seja ela qual for. Até porque, “matéria-prima” de qualidade não escasseia…

Organizem-se…

O futuro do CDS no rescaldo do fim-de-semana…

Final de tarde de domingo frio e chuvoso, rescaldo do fim-de-semana político-desportivo agitado…

Sábado passado em Oliveira do Bairro, 25º Congresso CDS. Um Congresso diferente para
Unknown
mim, solto, sem responsabilidades ou compromissos. Apenas eu, militante de base. Reencontro com amigos de vida, seguimos os nossos caminhos, ficou a amizade. Unknown-1Esmiuçando, um Congresso engraçado, com Paulo Portas demolidor, um Filipe Anacoreta Correia que não conseguiu “dar o passo” e um Luís Nobre Guedes, que muito admiro, que deixou passar o tempo…

Nestas coisas dos Congressos, uma das coisas interessantes, entre outras, é percepcionar o “peso” relativo de cada concelho ou distrito.

images-2Viseu, distrito vê “reconfortada” a sua posição com o regresso de Hélder Amaral à Comissão Executiva, merecido e justo. Diga-se, em abono da verdade, nunca percebi a sua saída…

De resto, neste capítulo, continuo a ter a sensação que, apesar do que possam querer fazer crer, a representatividade é escassa em função dos resultados e da implantação do partido, que se traduz no número de Delegados ao Congresso, uma das mais numerosas delegações.

Nesta matéria, assumo as minhas responsabilidades enquanto ex-dirigente concelhio e distrital do CDS.

Quanto ao que verdadeiramente interessa extrair deste Congresso, fica clara a sensação que o pós–Portas está em marcha, candidatos não faltam, no entanto, ninguém arrisca um prognóstico…

Na minha opinião, o CDS precisa fazer diferente. O CDS precisa de dizer ao país quais são as suas propostas, que país quer, para onde caminha… Que políticas advoga, que futuro quer construir para Portugal. Até porque, tenho a firme convicção que o CDS estará no governo de Portugal durante os próximos anos e serão vastos…

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A moção “FAZER DIFERENTE” subscrita por João Almeida, elevado a categoria de Vice-Presidente, procura dar resposta a algumas dessas dúvidas. Passará o futuro por aqui? Veremos…

Por cá, bem, por cá… que tal começar por eleger a Comissão Política Concelhia de Viseu? Já era um princípio, ou não?