Vinte de março do ano da graça de dois mil e doze…

Viseu no traço de um dos seus artistas...

Viseu no traço de um dos seus artistas…

Num dia como hoje, início da primavera boreal, nascia este “tempo de vésperas”, então como hoje, hoje como então em busca desse amanhã do qual estamos em constante tempo de vésperas…

3 anos, com algumas interrupções, a viver uma, motivadas por um querer meu e só meu, porque tal como penso o que quero é óbvio que escrevo quando, como e o que quero quando me apetece… assumo tudo o que digo e escrevo, subscrevo sempre com a “minha” assinatura, não me escondo cobardemente sob o anacrónico doentio anonimato ou o intelecto-parolo pseudónimo para dizer se gosto ou não gosto, se está certo ou está errado, concordo ou não. Limito-me a “dar” a minha visão, a minha opinião sem preocupações em agradar ou em que gostem, em ser simpático ou não, tanto me faz, é a minha opinião, é a minha liberdade… haverá quem não goste, temos pena, mas é assim, é uma questão de hábito e de educação e respeito, por mim próprio e sobretudo para com todos aqueles que “perdem” um pouco do seu tempo em por aqui “passar”.

Um obrigado a todos e em especial aqueles, poucos, que no frenesim dos dias sempre estiveram presentes com um incentivo, um reparo, com paciência e amizade e com a frontalidade própria dos amigos fizeram e fazem, também eles, este “tempo de vésperas”…

“Todos imos embarcados na mesma nau, que é a vida, e todos navegamos com o mesmo vento, que é o tempo.” (Padre António Vieira)