15 anos de vida, 15 anos de Irish…

10349139_671834082872430_7425242780933607127_nTem tudo para não ser aquele “bar”, mas tem tudo para ser o Irish… o bar do Adão, ou melhor, a “casa” onde o Adão recebe os amigos, os amigos dos amigos e os amigos dos amigos dos amigos…

E isto é o Irish, casa onde todos vão, onde todos cabem e têm lugar, encontro de gerações por onde passam avós, pais, filhos e netos. Em 15 anos já várias por lá têm passado e vão regressando, vão passando e vão ficando…

Porque isto é o Irish, sede de animadas tertúlias de futebol, política e religião, onde já se mudou este mundo e o outro… casa onde se sabem as notícias pelo jornal, tv ou pela boca anónima de quem entra pela porta e é sempre recebido com um sorriso… e um simpático “que deseja?”.

Porque isto é o Irish, onde a música não está alta nem baixa, onde se está no Verão e Inverno, Outono e Primavera. Onde se vai de manhã, à tarde e à noite. Onde se estendem madrugadas, onde se sonha um mundo melhor…

Porque o Irish é cultura, é “marca” indelével da cidade, é essa cidade reunida num ponto10009846_630108063711699_1858701906_n só, se tal fosse possível… Respira-se a cidade, sente-se o pulsar da gente que somos e daqueles que nos visitam…

Porque o Irish são os amigos, os conhecidos e os outros… Porque o Irish é a alegria e é a tristeza, é a vida e é a “outra vida…

Porque o Irish são 15 anos de vidas, todas diferentes mas todas tão iguais…

Parabéns ao Irish, parabéns a todos os que no Irish dão ou deram o seu melhor, parabéns a todos nós.

1530351_681974578528232_772460454_nAdão, Hemingway, escritor e jornalista norte-americano, escreveu um día: “Mesmo quando eu estava em multidão, eu estava sempre sozinho”, não conheceu o “nosso” Irish… A ti Adão, a ti… pouco posso dizer para além de um obrigado…

6 responses to “15 anos de vida, 15 anos de Irish…

  1. R.M. fez uma “gralha” mas o resto está certo. Tenha juízo e beba com moderação., meu caro. Prepare-se para celebrar o “Viriato de Ouro” do seu amigo F. Ruas.

    • Por educação e respeito apenas dizer que não lhe reconheço, até porque não lhe conheço rosto, autoridade para certos reparos, que de todo não assistem.
      Quanto ao Dr. Ruas, personalidade que respeito enquanto homem, já escrevi sobre a atribuição do “Viriato”, se o recebe ou não é coisa que veremos. De qualquer forma, das duas uma, ou não me faço entender ou há quem arranhe a iliteracia… pelo que se recomenda a re-leitura atenta dos textos publicados, mormente aqueles cujo teor aborda Fernando Ruas.
      Saudações democráticas…

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