No rescaldo do jogo, o país e a urbe que temos…

No rescaldo de mais um resultado “positivo” da nossa seleção no seu passeio por terras amigas de Vera Cruz e em10423960_1498344057050547_5248292920953950179_n tempo de vésperas de um São João e suas Cavalhadas trambelas, este ano, vá-se lá saber porquê, inspiradas nesse mítico e bravo “…general pastor, que se chamou Viriato”, para o qual, finalmente, a cidade começa a despertar e valorizar, como seu e como marco/personagem identificativo da mesma, mais vale tarde do que nunca…

Recentrando, nada melhor que olhar sobre o país e a urbe-região para nos fazer voltar à “doce” realidade de um país que vê “desaparecer” a sua única família de banqueiros e assiste à saída de cena do homem com mais poder em Portugal nos últimos 20 anos, Ricardo Salgado. O mesmo país cujo Tribunal Constitucional assume a sua génese de “funcionalismo público” no seu autismo pseudo-protector cujas consequências veremos num futuro não muito longínquo. É o mesmo país que vê uma oposição não alternativa a um governo de coligação que por este andar se arrisca a ser reeleito, não só por méritos próprios, que os tem, mas, principalmente, por falta de comparência de uma oposição que se entretém em brincar aos partidos, no melhor estilo “berlosconiano” que se não fosse trágico até dava para rir… Deu, pasme-se, para tudo e todos, os próprios incluídos, “esquecer” que o CDS perdeu um eurodeputado nas mesmas eleições que elegeram o fenómeno televisvo-ò-casteiro Marinho Pinto e seu acólito desconhecido, sinal preocupante do desnorte que grassa numa sociedade sem referências políticas de vulto e fortemente marcada pelo efeito “big brother” acrescido com as recordações do saudoso macaco Adriano…

Já cá pela urbe-região, festas e romarias não faltam, num frenesim intenso, digno de uma cidade que quer ser… o quê 1487446_1498680327016920_8948264928011753216_nlogo se vê e não tardará muito para que se comecem a ver os resultados da gestão de António Almeida Henriques e seus pares, mas, também, as interrogações sobre os mesmos… Por agora, António, goza ainda de crédito e simpatia, normal da quem chega e “abana”, baralha e volta a dar… Uma coisa é certa, pouco tempo tem sobrado… muito ainda há para fazer, nada melhor que, em jeito de leitura de verão, passar os olhos por aqui, até porque o saber não ocupa espaço e pode ser útil lá mais para a frente.

Se por um lado António vai “distribuindo o jogo”, por outro a oposição local vai passando discreta e inconsequente, tirando algumas raras excepções que acabam por esbarrar no “entusiasmo” de quem, uns mais do que outros, se deslumbrou… Nada que o tempo não ajude a resolver, veja-se o caso do CDS local que finalmente vai a votos, espera-se que depois de 5 de Julho, a normalidade se instale. Mais do que as pessoas, são as atitudes, métodos, ideias e vontade que fazem a diferença, aguardemos então…

Quanto ao resto, mundial à parte, espera-se um verão quente q.b., a todos os níveis…

 

 

 

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