E… até ao próximo Congresso…

BANNER_TOP_copyEm tempo de vésperas do Congresso do CDS, 2 diga-se, no qual irei marcar presença como delegado eleito, um olhar sobre o partido e, nomeadamente, sobre os desafios deste Congresso.

Vou a este Congresso na condição de militante de base, completamente solto e livre de qualquer compromisso que não seja o da minha consciência. Se assim não fosse, não fazia sentido o ter respondido afirmativamente ao convite de um punhado de militantes da concelhia de Viseu para ser candidato a delegado numa lista que se revelou ser a única.

Este Congresso ganhou novo e “renovado” interesse com a luis-nobre-guedes-3b4eanunciada candidatura de Luís Nobre Guedes a Presidente do Conselho Nacional em lista subscrita pela tendência “Alternativa e Responsabilidade” que apresenta ao Congresso a moção “Ao serviço de Portugal” e onde pontificam nomes como Filipe Anacoreta Correia, Pedro Pestana Bastos, Alexandre Lucena e Valle e Filipe Matias Santos entre outros.

Nobre Guedes promete ir ao Congresso falar de futuro e do que “ainda deve ser feito”. Portas, por seu lado, vai falar do passado, sem esquecer o futuro é certo.

imgresPortas será eleito, novamente, Presidente do Partido, Nobre Guedes dificilmente ganhará a Presidência do Conselho Nacional e pouco ou nada mudará no que de essencial é o Partido. Se em termos políticos a moção de Paulo Portas, “Responsabilidade e identidade” justifica os factos e actos do passado, aponta o caminho do continuar das reformas que estão previstas e que são, diga-se em abono da verdade, precisas e necessárias ao país.

Mas o papel de Nobre de Guedes e dos que o acompanham é importante e revela-se , talvez, decisivo para o CDS. Nada melhor que a diversidade de opiniões, para fazer “crescer”, para que se possa melhorar. A critica, quando construtiva, é sempre positiva. Registe-se, no entanto, que por vezes, há dificuldades na “gestão” das críticas…

Assim sendo, não se esperam muitas novidades deste Congresso, já se sabe que teremos coligação com o PSD nas Europeias, que tudo se conjuga para que o mesmo não aconteça nas próximasimages legislativas e, também, ao nível da “nomenklatura”, não se esperam grande novidades,  o mesmo acontecendo à representatividade do distrito nos órgãos nacionais. Mas a ver vamos, até Domingo saberemos o que muda ou que não muda neste CDS.

Uma coisa é certa, o país precisa que o CDS cresça…

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