Sai Filipe, entra Ricardo…

images-2Ano novo, vida nova. Parece ser o novo lema do Académico de Viseu, que neste início de ano resolveu mudar de treinador. Sai Filipe de Moreira, entra Ricardo Chéu

Quem? Então não era o…, mas…

A pergunta e o comentário clássico do adepto e/ou associado academista. Quem é “este” Chéu? Que fez? De onde vem e porquê? Então não era o… ?

Para surpresa de muitos ou de quase todos, quem sabe até dos próprios, a Direcção images-1Academista resolve fazer uma “aposta” de alto risco, não tanto pela contratação em si de Ricardo Chéu e já lá vamos, mas pelas expectativas que criou ao deixar sair, nos últimos tempos, nomes de treinadores todos eles  com provas dadas no futebol nacional, dando assim indicação do perfil de treinador que pretendiam contratar. Basta referir que Casquilha, ex-treinador do Moreirense, foi dado como “certo” no mesmo dia em que Chéu foi, oficiosamente, indicado como treinador academista. Ora esta inépcia na gestão das expectativas dos adeptos, pode revelar-se fatal para Ricardo Chéu, o menos culpado, mas, também, para esta Direcção, que acaba de associar o seu prazo de validade a este jovem treinador.

Ricardo Chéu, sem currículo de registo para apresentar, tem no discurso e na ambição natural de um jovem lobo que quer vencer, o seu cartão de visita. E, vendo bem, não pode ter outro registo que não esse. Aos 32 anos, com formação na área, com passagens como adjunto ou preparador físico por emblemas como Feirense, Santa Clara e Académica entre outros e com curta experiência no Mirandela, clube da Série “A” do Campeonato Nacional de Seniores,eis que Ricardo Chéu chega ao emblemático Académico de Viseu e aos campeonatos profissionais com vontade de vencer e se afirmar.

Ao aceitar este desafio, Ricardo Chéu e quem o acompanha, demostram ambição e coragem, bem patentes no discurso de apresentação. O que, só por si é já positivo, tendo em conta o desafio que é treinar o Académico.

Acredito que Ricardo Chéu tenha sido contratado a pensar no futuro, como base de uma nova era na “organização” academista, bem necessária e precisa, mas que, na minha modesta opinião, extravasa e muito, a questão técnica.

imagesChéu e a Direcção vão ter que saber lidar com a pressão dos resultados e dos sócios e estes últimos, com os percalços normais de um percurso longo e difícil. Pode não ser fácil esta co-existência, mas é crucial para o futuro de todos.

BEM-VINDO RICARDO CHÉU!

 

 

 

 

 

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