Oposição? Sim, habituem-se…

RED13Revistos os primeiros trinta dias de gestão camarária “situacionista”, é chegada a hora de olhar para a “oposição”, sim que finalmente parece existir uma efectiva e presente oposição na vereação municipal.

Vamos por partes, Almeida Henriques governa com uma maioria de 5 para 4. PS com 3 vereadores e o CDS com 1, constituem o outro lado, o lado de lá que não deixa de ser o de cá…

O PS tem como vereadores José Junqueiro, Rosa Monteiro e o “jovem lobo” João Paulo ng2868235Rebelo, em tirocínio, ou não, para a candidatura de 2017. Se de José Junqueiro, com o GPS apontado a Estrasburgo, já pouco se pode esperar, para além da magistratura de influência que não exercerá, dos outros 2 vereadores socialistas espera-se bem mais do que aquilo que os seus antecessores mostraram. Não sendo difícil, certo é que também não será fácil ser consequente em face do autismo que António Almeida Henriques tem demonstrado  em relação às propostas e ideias da oposição. Para já, levaram com o quartinho escuro e um chutar para canto, desmerecido e despropositado diga-se, das propostas apresentadas. Estará João Paulo Rebelo a medir o pulso a Almeida Henriques? É provável, aguardemos pelas cenas dos próximos capítulos…

images-2Já Hélder Amaral, raposa velha, com larga experiência parlamentar e na arte de “provocar” o PSD, tem conduzido de forma cautelosa e afirmativa estes seus primeiros dias de vereador. Hélder, que não leva recados para casa, é a principal fonte de “preocupação” da entourage situacionista, não só pela sua notoriedade, mas, também e sobretudo, pela sua capacidade de trabalho e verbe escorreita… Bem tenta Almeida “cansar” o deputado-vereador, mas este, feito da rija têmpera de Silgueiros de antes quebrar que torcer, lá vai moldando o seu caminho, afirmando-se como o líder da não situação.

Está mais bem servido Viseu com esta nova oposição. Mais interventiva e pragmática, mais arejada e assertiva. É bom que Almeida Henriques a isso se habitue e rapidamente inverta estes resquícios do ruísmo e tiques de “posso, quero e mando”, tirando o melhor partido possível da vontade da oposição colaborar, sem descolorar, na construção de um melhor Viseu, até porque, como já dizia “a outra senhora”, VISEU SOMOS TODOS NÓS…

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