Todos, ou quase, foram à festa do Académico, agora…

O ACADÉMICO subiu de divisão, lembram-se?

601802_571786476199595_1336665234_nFoi festa rija, muitos compareceram, academistas de 532915_567941379917438_1521228899_nsempre… Foto para aqui, foto para acolá… Agora é que vai ser…

Cai o pano e tal como no teatro, em que o actor fica só no palco, também por aqui a debandada foi quase geral. As palmadas nas costas selaram o até qualquer dia noutra subida qualquer…

E assim, de um estado de euforia e de grande emoção genuína, para alguns, chegamos aqui, Clube em risco de não ter Direcção e com a sua participação nos campeonatos profissionais em risco.

A melhor cidade para viver, não é seguramente a melhor cidade para qualquer clube existir…

As dificuldades que o Académico atravessa podem ter origem no próprio Clube, na forma como  tem sido gerido, nomeadamente na área da imagem e comunicação, onde pouco 996733_600789929965916_838158768_nse tem visto, na falta de disponibilidade de alguns que de responsáveis apenas têm o título e até no excesso de voluntarismo do Presidente António Albino e de mais uns quantos, poucos. Para ser justo dizer que sem esse voluntarismo o Académico não existia. Mas têm, as dificuldades, também origem na falta de apoio de uma cidade que não apoia os seus, aqueles que levam o seu nome pela estrada fora e trazem no embalo retorno económico efectivo, em suma, continuamos na mesma, falamos, falamos, criticamos o vizinho, leia-se Tondela do ACERT e com Clube a sério, mas na hora da verdade…

Dia 5 de Julho é já amanhã, para o Académico é, talvez, um dos dias mais importantes da sua história, é o futuro que está em jogo, não só o futuro do futebol, mas também, é que o Académico não é só bola, é formação, é natação, é um conjunto de actividades amadoras, são centenas de jovens em actividade. Para a cidade também o é, só que não sabe…

A Direcção já deu o grito de alerta…

Era bom que até dia 5 todos, ou quase todos os entraves fossem ultrapassados, a começar pela definição do protocolo com a autarquia, sem ele não existem modalidades amadoras nem formação, talvez sobreviva o futebol mas o resto não… Não é 931303_571786632866246_92925034_n“despachando” para o Vereador do Desporto, não recebendo em audiência a actual direcção, que o ainda Presidente da Autarquia ajuda a resolver o que quer que seja, quem tem responsabilidades que as assuma e já agora que não ajude ao “enterro” criando falsa expectativas naqueles que verdadeiramente dão o que têm e, muitas vezes, o que não têm da sua disponibilidade para que a marca “Viseu” ecoe para além das rotundas.

À sociedade civil, tão em voga nos dias que correm, cumpre a necessidade de unir em torno do seu mais representativo emblema, aos comerciantes e industriais que sentem o retorno económico de uma cidade mais visitada cumpre a necessidade de também ajudarem, aqui a nóvel Associação Empresarial da Região de Viseu pode e deve ter um papel de relevo, a si e a mim a responsabilidade de não nos demitirmos da nossa condição de academistas…

Por fim, mas talvez mais importante, cabe à futura Direcção do Académico a necessidade imperiosa de apresentar um projeto credível e exequível, bem alicerçado e confiável, que seja apetecível aos potenciais investidores e patrocinadores. Compete-lhe apresentar esse projecto a todos, promover e catalizar as vontades gerais.

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O Académico, estou certo, vai ultrapassar mais esta dificuldade, urge criar as condições para que este tipo de situações não se repitam de forma cíclica.

Compete a todos nós, viseenses, ajudar a que tal se torne realidade,

VIVA O ACADÉMICO!!!

O dia em que o CDS saiu à rua…

E não é que o CDS foi mesmo para o Rossio? 1001069_605628082795555_1046285121_n 1017660_605631986128498_455121597_n 1005278_605628466128850_1062394736_n

Palco montado a escassos 5 metros do portão da Câmara gente e mais gente, o povo, aquele que vota realmente, encheu o Rossio.

O CDS fez aquilo que mais nenhum candidato fez e tenho dúvidas se o fará durante esta campanha, fez um comício de rua em pré-campanha, sem medos, sem receios, correndo o risco. Agradeçam ao Dr. Américo Nunes & Companhia, sem eles isto não seria possível… Estão de parabéns!!!!

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Quanto ao sumo da festa, fica claro que o futuro de Viseu e Graça Canto Moniz estão condenados a encontrar-se num futuro não muito distante.

Carlos Pimentel num regresso “às lides” em grande 5903_605631822795181_403050291_nforma fazendo a ponte entre os vários CDS’s geracionais, um Senador que ou me engano muito ou veio para ficar.

Fernando Figueiredo habituado a falar para a 994766_605631506128546_1931172930_nparada não deixou os seus créditos por mãos alheias, perspectivando-se um futura Assembleia Municipal no mínimo animada…

Telmo Correia, em representação de Paulo Portas, fez as despesas da casa zurzindo forte e feio em Fernando Ruas e deixando a nu, a tacanhez e espírito saloio de Ruas, Américo e mais uma escadaria deles.

Hélder Amaral  no seu estilo directo  e acutilante, num registo 994784_605628076128889_2069096531_nbem melhor do que a da entrevista ao jornal do Centro, zurziu em todos e para todos os gostos..

Prometendo uma Câmara facilitadora, amiga do cidadão, tentou ir ao coração dos empresários prometendo um autêntica revolução na forma como os serviços camarários se organizam e trabalham. Bem como, um intervenção concreta na política fiscal municipal… Deu para perceber que cultura será um dos temas fortes desta candidatura,a par do cidadão anónimo que quer e merece um futuro melhor.

Resumindo, chega de betão e promessas vãs, as pessoas primeiro!

O Viriato D’Ouro antes que seja tarde…

images-9Reina grande confusão nos Paços do Concelho.

Se por um lado alguns “boys  & girls” procuram posicionar-se junto da candidatura de Almeida Henriques na expectativa de fazerem parte do novo ciclo que o candidato, teimosamente, continua a propagandear para gáudio de alguns e preocupação de outros tantos, que começam a ver que vão ter que se fazer às rotundas da vida. Por outro, o desacerto próprio de quem vê a penumbra ao fundo do túnel leva ao desespero quase total e vai conduzir a um mui penoso final de mandato de Fernando Ruas e alguns dos seus colegas.

Várias vezes afirmei na Assembleia Municipal que tudo faria para ajudar o Sr. Presidente a acabar o seu mandato com a devida dignidade e bem que gostava que isso assim fosse.

Mas o desacerto é total. Começa mesmo a roçar o ridículo com o pseudo prémio “the best city”, ao que parece, “comprado”, certamente por lapso ou engano de quem o fez, mas a fazer lembrar a famigerada fábrica de aviões que de investimento na cidade apenas deixou um cheque, sem cobertura, numa unidade hoteleira ou mais recentemente a novela da praia do Pavia, mas neste caso quem quiser saber mais que pergunte ao Rui Braga, um dos promotores da “praia”, que apanhou a  A25 até Mangualde, e pode ser que fique a saber como  de um “lago se faz o mar”…

Segue-se este enfado com a apresentação da candidatura de Hélder Amaral e do CDS, mas eis que aparece o dito regulamento e afinal talvez alguém se tenha esticado escada abaixo. E mais se seguirão…

Em condições normais estariam já os arautos de desgraça a pedir a cabeça de algum “João Baptista” mas a todos eu peço contenção e calma, o fim da linha está já ali, não custa ajudar a lá chegar…

Aproveitando a próxima Assembleia Municipal da tarde de S. João deixo aqui a proposta urlde atribuição do mais alto galardão do Município, “O VIRIATO D’OURO”, ao Dr. Fernando Ruas, consubstanciada no seu papel como autarca nos últimos 24 anos e que queiramos ou não, gostemos ou não, ficará para a história.

“Apesar de tudo e contra muitos” ou as saudades de uma Albânia desaparecida…

A história conta-se rápido, até porque a qualidade intrínseca de algumas das pseudo-personagens não permite ir muito além do esforço próprio que investem na procura de atingir um desiderato que certamente lhes seria útil que era o de pensar com a cabeça…

Agarrados ao seu característico “pensamento” arcaico-rasteiro, o executivo municipal laranja, em decisão estilo vão de escada, resolve “proibir” a utilização do Solar do Dão pela candidatura do CDS às próximas eleições autárquicas, isto já depois de a mesma ter sido autorizada, no âmbito das suas competências, pelo Presidente da CVRDão, Dr. Arlindo Cunha. Ora, não é crível que este tenha exacerbado as suas competências, quer pela sua reconhecida competência e idoneidade, quer pelo facto de a tacanhez vulgar de uns quantos aliada à proporcional incapacidade pensante de outros ser coisa que não lhe assiste..

americo-nunes-vice-cmvContinuando na sua saga cega e própria de quem sabe que a porta de saída é já ali, eis que em decisão proferida pelo impedido do Sr. Presidente o executivo “diz” que no Rossio não… escudando-se numa aludida decisão unânime da Assembleia Municipal mas cuja data, ao que sei, não precisa…

Lembro agora que já por bi(u)rrice parecida dos mesmos protagonistas esteve em risco a realização do “PROVE DÃO-LAFÕES” no verão passado, iniciativa da CIM Viseu Dão Lafões, que acabou por se realizar no Adro da Sé, em domínio da Diocese de Viseu após sucessivas recusas por parte do executivo municipal na utilização de espaços públicos… Valeu, neste caso, a intervenção  divina e a clarividência dos homens de bem…

Retomando e para não perder muito mais tempo com as diatribes próprias de quem se julga dono e senhor do quintal das traseiras e já nem sequer entrando na questão legal, que deixo para discussão de alguns iluminados de competência válida e adquirida com cartão, não o da Ordem mas o do partido, no aspecto meramente político esta atitude do executivo do PSD é um erro digno de principiante, ou talvez não…

imgresRuas e seus “muchachos”, todos apoiantes da primeira hora do candidato Almeida Henriques, sabem que com esta decisão estão a dar visibilidade ao CDS e a Hélder Amaral, sabem que o odioso da mesma não morrerá nos Paços do Concelho, sabem  que o povo associará esta infantilidade e diatribe política à “defesa” da candidatura e dos interesses do PSD…

Percebe-se agora o porquê de Almeida Henriques “fugir” a sete pés do símbolo do 943574_245476132259700_1835212057_npartido, é que com ajudas destas e com as pedras que tem encontrado à saída de algumas “rotundas”, mais vale assobiar para o lado…

Quanto a Hélder Amaral e ao CDS, como é óbvio não se deixam intimidar por estes procedimentos “pidescos” dignos de um qualquer conto da Crónica Feminina ou de análise do Diário da Maria e que nos trazem à memória uma Albânia de Enver Hoxha entretanto desaparecida, farão a sua apresentação pública com toda a dignidade este sábado com uma certeza, o futuro é já ali, a mesma certeza de que para alguns o ocaso já vem ao fundo do túnel…

Nas Palavras de Adelino Amaro da Costa, “apesar de tudo e contra muitos”…

 

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À esquerda há quem pense e tenha ideias… à direita uma graça natural…

Em inicio de fim-de-semana aproveito para ler com a devida atenção a entrevista que Manuela Antunes, Né, candidata do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Viseu deu ao Jornal do Centro  e passar revista sobre apontamentos que foram ficando para trás.

ed587-495x1165Centrando, até fazendo jus ao nome do jornal, na entrevista da Né, conduzida por Emília Amaral, dizer que das entrevistas que li dos candidatos, esta foi das que mais gostei. Desempoeirada, longe do registo arcaico-caceteiro tão comum ao Bloco, consegue ter ideias claras e apresentar 3 “jóias da coroa” da sua candidatura, o centro histórico, a Cava do Viriato e o Fontelo. Se a primeira é um chavão de todos, apesar de aqui existirem diferenças em relação aos outros candidatos, os outros dois revelam uma atenção à cidade e às possibilidades e potencialidades da mesma diferente, um olhar longe da mera observação político-partidária obtusa que, por vezes, os candidatos do PS  e do VISEU PRIMEIRO/SOU DE VISEU COM  ORGULHO, vulgo PSD, apresentam…

José Junqueiro que se cuide, pois à esquerda existe quem pense, tenha ideias e simpatia  e não precise de GPS para não se perder na/e pela cidade e concelho, é que com o rol de descontentes e desalinhados socialistas que para aí anda…

228294_169980879845097_43419832_nPor falar em Junqueiro, alguém diga ao homem e/ou aos seus estrategas que estas eleições são autárquicas,elegem-se autarcas e servem para jjdebater e discutir ideias sobre os respectivos concelhos. É que JJ fala de tudo menos do que interessa, talvez por saber que não vai a “lugar” nenhum e esteja já preocupado com o seu futuro dentro do PS, pois por terras de Viriato e apesar da foto, JJ nem de GPS lá vai…

Já agora, também pelo reino do candidato laranja, que tal como eu  e tal como diferenças ppdtodos nós, tem orgulho em ser de Viseu (não havia necessidade de alterar a foto), nem todos os ventos correm de feição… Ruas e vielas inquinadas por algumas freguesias fora e não só, estrategas que não jogam no tabuleiro e cotas a preencher vão pondo algumas dificuldades ao sempre simpático Almeida Henriques e ao já denominado “Mourinho das Beiras”, o meu amigo Pedro Alves…. vai valendo o empenho do fotógrafo Almeida, a expertise do secretário de sempre e a persistência do Presidente da concelhia, o”hiper-activo” Guilherme Almeida, para a coisa ir andando…

1017586_576674822354523_1771225832_n Pelo lados do CDS, isto hoje toca a todos, de salientar a apresentação da Mandatária da Juventude, Graça Canto Moniz, uma escolha e um apoio que considero muito importante e revelador de até onde pode ir esta candidatura se não cometer erros básicos e não descuidar a qualidade da composição das listas, mormente Câmara e Assembleia Municipal, o que e para já, do que vou sabendo, está a ser devidamente acautelado. Hélder Amaral que terá, com toda a certeza, uma campanha muito mais espartana em meios e recursos que os candidatos do PS e PSD tem que apostar numa campanha de proximidade com o eleitor, sóbria e de fácil percepção. Neste campo leva vantagem, onde a falta de experiência em lides eleitorais de grande parte da sua “entourage” acaba por ser positiva ao trazer a genuidade para a campanha…

Para acabar duas notas finais. A primeira para saudar efusivamente Ricardo Pais ew620h395 ruas-condecoradoFernando Ruas pelas merecidas condecorações recebidas por ocasião do último 10 de Junho e a segunda para o Académico de Viseu que se prepara para uma nova etapa da sua vida, a entrada no mundo do futebol profissional com tudo aquilo que acarreta em responsabilidade e não só, mas que também se encontra em processo  eleitoral o que traz sempre 1alguma agitação,mormente por o tempos serem de alegria, no entanto estou convicto que o actual e futuro Presidente António Albino, bem como o seu “adjunto” Pedro Ruas saberão lidar bem com a situação, apresentando a sufrágio uma lista empenhada, solidária e apenas preocupada com o clube.

Resumindo e concluindo, um bom fim-de-semana a todos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Compromisso com ambição…

O CDS chega por último mas de uma assentada apresentou logo os principais nomes da sua candidatura. Hélder Amaral, Fernando Figueiredo e Jorge Azevedo são as figuras cimeiras de um cartaz que promete…

Pelo que sei, o CDS tem já praticamente encerrado o processo de escolha dos candidatos às diversas juntas do concelho de Viseu, ao contrário do que acontece com a candidatura Viseu Primeiro, ao que parece algo perdida em questiúnculas “ruísticas”…

Salientar de forma muito positiva a escolha do Mandatário Geral, Carlos Pimentel é o CDS. Este regresso à intervenção política de um dos “notáveis” do partido é revitalizador para o próprio CDS e carrega em si a reunião de todos na candidatura protagonizada por Hélder Amaral. Carlos Pimentel, é uma mais-valia a todos os níveis para a candidatura do CDS, potenciando-a e aferindo-lhe o legado de todo um passado de intervenção autárquica local de sucesso do CDS, que goste-se ou não a verdade é que deu ao concelho três Presidentes de Câmara de reconhecido valor, Leal Loureiro, Manuel Amorim e Engrácia Carrilho, que 24 anos de gestão laranjo-ruística não fizeram esquecer.

De regresso ao propósito inicial, meu, li com agrado a entrevista de Hélder Amaral ao Jornal do Centro e para ser sincero gostei e não gostei.

ed586-434x1024Vamos por partes, não gosto dos títulos nem das fotos, acho que a entrevista é mais profunda do que parece, tornado-se a entrevista possível em função disso, mas não só. Critérios jornalísticos, que respeito, à parte,  acho que a entrevista merecia um outro cuidado…

Gostei do estilo, Hélder Amaral apresenta-se como ele próprio, directo, frontal, sem receios ou tibiezas. Assume, claramente, e muito bem, aqui sou suspeito, o projecto da s320x240candidatura de Francisco Mendes da Silva, numa espécie de “NOVA GERAÇÃO DE POLÍTICAS” revista e aumentada, destacando-se dos restantes candidatos por não entrar no campo da promessa fácil para “inglês” ver…

A cultura aparece, a par com a economía, como um dos pilares para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Aqui Hélder Amaral tem razão, precisamos de mais e melhor, precisamos de pensar mais além e não ficarmos satisfeitos com que temos, que é bom mas podia ser muito melhor…

Hélder Amaral procura ser a voz da inquietude, daqueles que gostam do que têm mas,  também, têm a ambição de ter mais e melhor Viseu. Dos que fogem do encolher os ombros e se satisfazem com umas migalhas de quando em quando, daqueles que conseguem ver para além da próxima rotunda, daqueles que querem uma urbe e um concelho catalizador, aberto ao mundo e para ele virado, daqueles que querem rasgar a indiferença e apostar numa cidade e num concelho incluso. Mais do que obras, mais do promessas, é uma nova mentalidade que é necessária, uma nova geração de políticas é perceber que o futuro se constrói todos os dias, é perceber que mais do que levar o Rossio a onde quer que seja é abrir Viseu ao mundo, é conduzir, finalmente, Viseu ao lugar de capital cultural, económica, social e política de toda uma região e isso só se faz com a participação de todos e pondo de lado a mesquinhez tão própria de quem apenas quer a chuva no vizinho, nem que para isso tenha que nevar no seu quintal.helder

Ambição e compromisso é algo que tem faltado ao longo dos anos. É isso  mesmo que ressalta da candidatura do CDS e de Hélder Amaral, AMBIÇÃO E COMPROMISSO por e com Viseu, ou seja por e com todos nós.