EU ACREDITO…

UnknownSão 21h00m, escrevo este texto com a consciência da efemeridade do mesmo, dentro em breve, provávelmente, mesmo antes ou imediatamente após a sua publicação, tudo ou parte do que escrevo perderá, ou não, sentido…

E AGORA PORTUGAL?

E AGORA PEDRO? PAULO? ANTÓNIO?

E AGORA ANÍBAL?

Com o país refém de uma Constituição retrógada, esquerdizada e esquerdizante, fruto de um desvaneio pós-revolucionário, com a soberania “perdida” para uma troika ou triunvirato estrangeiro, que impõe um conjunto de medidas drásticas, de consequências dramáticas e inócuas em face de um Estado gastador e indisciplinado e de um povo, habituado ao sol, a uma vida mais facilitada que a de hoje e para quem, na maior parte dos casos, o Estado deve ser o suporte de tudo e todos e a solução milagrosa de todos os males, um povo que na sua grande maioria se alheia da sua responsabilidade, chegou a hora de assumir responsabilidades, de deixar de assobiar para o lado e finalmente, dar um rumo claro ao país.

A situação é grave, mas não é desesperada.

Urge que cada um cumpra com as suas obrigações, urge que o interesse o país, do seu povo, de todos nós e não o do Estado e  seus agentes ou protegidos seja colocado em primeiríssimo plano em deterimento das questiúnculas e diatribes tão tipicas dos nossos partidos e de toda uma corja que gravita e sobrevive na e da esfera do Estado.

O país não pode continuar a ser adiado.

Assim sendo e no meio de uma crise política de consequências ainda não conhecidas mas que fácilmente se adivinham, é necessário que quem tem responsabilidades mantenha um elevado sentido de Estado, decida em função de e para o país, com a consciência clara do que faz, porque o faz e para que o faz.

Na minha óptica, num país que não pode ir para eleições antecipadas, até porque de alternativa credível nada se vislumbra, é chegada a hora de, sob o alto patrocínio da Presidência da República e com o apoio dos partidos do arco da governabilidade se constitua um governo, não de salvação, mas sim, de afirmação nacional. Cuja liderança caiba a um dos nossos melhores e cujos ministros se escolham de entre aqueles que maiores competências e valências demonstrem para cada área. Um governo cujo principal compromisso seja revitalizar o país, restabelecer a confiança, estruturar o futuro, ou seja, cumprir Portugal.

Só será possível se cada um de nós cumprir o seu papel. Se cada um de nós continuar a acreditar em Portugal e nos Portugueses.

Eu acredito.

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ACORDA VISEU, ESTE É TEU ACADÉMICO…

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Académico de Viseu Futebol Clube, conhece? Sabia que está a “lutar” pela subida à segunda liga? Costuma ir ao Fontelo apoiar a equipa? Não? Sim? Talvez?…

ACORDA VISEU, olha o “teu” Académico… Olha o teu clube de volta aos momentos épicos e de glória que polvilharam a história do CAF, mais conhecido por Académico de Viseu… Estão de volta as grandes tardes do Fontelo,  estão de volta as romarias de apoio ao Académico nas suas deslocações fora. E tu,ó cidade, porque esperas para apoiar o teu clube?

Quem se lembra da rocambolesca visita aos Aliados de Lordelo, no final da década de 70, que acabou com a subida à 1ª divisão do Académico e com uma monumental chuva de garrafas, pedras e outros objectos sobre as “nossas” gentes? Eu, nos meus 3/4 anos estive lá, como estiveram milhares de viseenses a vibrar com o “seu” Académico…

Quem se lembra de uma tarde chuvosa, dia de semana, jogo de liguilha no Fontelo, Académico vs Marítimo, chovia, casa a abarrotar, comércio fechado, festa rija na rua com direito a desfile da equipa…

Seguiu-se a descida até à 3ª Divisão, momentos complicados, mas o Académico, clube mais representativo da região, bandeira de uma cidade, voltou ao convívio dos grandes pela mão o Presidente José Manuel Oliveira e do falecido Carlos Alhinho.

Depois, depois a história é conhecida, momentos menos bons que sim, também eles são património do clube, mas, também, momentos de alegria e glória como os vividos na última época e os que agora se vivem.

Sob a batuta de Filipe Moreira, filipemoreira1um punhado de valorosos guerreiros, preparam-se para as 4 finais que se avizinham. E tu? já tiras-te a bandeira do armário?

O Académico é de todos nós, o Académico precisa do apoio de todos nós. São 4 finais, tantas quantos os domingos e Abril. Vem apoiar o teu clube, trás um amigo, o teu filho a avó e a sogra, todos somos poucos, mas seremos seguramente mais…

Vamos voltar a ouvir aquele célebre grito que ecoava das bancadas do Fontelo:

“VAMOS AO GOLOOOOOO ACADÉMICO!!!!!!!!!

Uma palavra final para duas pessoas que muito contribuíram e contribuem para  o ressurgimento Académico de Viseu, o seu Presidente Fernando Albino e o “faz-tudo” Monteiro.