Seguro, ou a arte do silêncio.

Seguro, António José. Ex-líder da JS, ex-governante nos tempos idos do guterrismo, deputado, líder do PS e candidato a líder da oposição. Fez da arte do silêncio o seu maior trunfo, os seus silêncios, pasme-se, chegaram a ser citados. Tó-Zé, especializou-se na área política do estou mas não estou, do sou mas não sou, do não disse mas disse,”não ouviu? Pois o meu silêncio queria dizer isso mesmo”!!!!! Simplesmente genial. Tó-Zé conseguiu ser figura máxima de um Congresso Socialista apenas a dar bons dias e boas tardes a camaradas e jornalistas.
Conhecedores das qualidades e pensamento de Tó-Zé, os seu camaradas encararam-no com o Sássá Mutema pós-Sócrates e toca de o colocar na liderança do Partido, afinal o homem tinha tido sempre razão, o silêncio dele…
Bem, chega Seguro a líder do PS e começa a falar como nunca falou até então, ele é de manhã, à tarde, sempre que necessário lá está Seguro, mas pouco, a debitar…
Uma coisa mantém Seguro coerente, é que continua sem nada dizer de substantivo, o silêncio das palavras transformou-se no silêncio das ideias.
O PS acusa o incómodo e Seguro, mas pouco, já percebeu que afinal é preciso dizer qualquer coisa, só não sabe o quê…

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