Greve? Sim diz Arménio

A greve, ou melhor, o direito à mesma está previsto na constituição bem como o direito a trabalhar. Serve isto para lembrar aqueles que se arrogam do direito de obrigar os outros a não trabalhar nestes dias que cada um faz o que quer e deve ser respeitado.
Em relação à greve de hoje fica patente a perca de influência da CGTP, diga o que disser o seu novo líder, o facto é que em sectores em que por norma a adesão era total, ou quase, isso não aconteceu.
As pessoas estão fartas, saturadas e não é só da austeridade, dos sacrifícios pedidos, estão, também, fartas de protestos inconsequentes e de um sindicalismo retrógrado, digno de uma qualquer república sul-americana de meados do século passado. A CGTP e parte dos nossos sindicatos vivem como se estivessem em 74, no mundo das conquistas de Abril. Não perceberam que o país, o mundo de hoje, é outro.
Hoje faz sentido um outro sindicalismo, um sindicalismo positivo, identificado com as necessidades do mercado e do país, um sindicalismo moderno, de mente aberta com horizontes claros.
A CGTP com Arménio Carlos é a antítese da modernidade, a perestroika ainda é palavra proibida…
O país perde com este sindicalismo, perde com cada dia de greve inconsequente, perde enquanto não se libertar do estigma de Abril…
Greve camarada Arménio? Tu fizeste?

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