Avante Cunha!!!!!!

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images-2Este texto foi escrito por Carlos Cunha, deputado municipal do CDS e putativo líder do grupo parlamentar em face da anunciada renúncia do nº 1 da lista para a Assembleia Municipal apresentada a sufrágio em Setembro de 2013. Cunha foi, ainda, candidato à liderança da concelhia de Viseu do CDS nas eleições de 5 de Julho de 2014, onde foi derrotado por um voto (32-33), sendo depois, contra todos os prognósticos, repescado  por Hélder Amaral para a Comissão Política Distrital nas eleições de 11 de Outubro.

Ora não deixa de ser curioso que seja Carlos Cunha o autor deste artigo, não que incorra em falta grave ao fazê-lo, faz e faz muito bem. No entanto, sem embargo da iniciativa, a mesma conduz a uma pergunta simples e de resposta simples, ou não…

206 dias depois de eleita e 101(??) após tomar posse, onde anda a concelhia de Viseu do CDS?

 

Factos & questões… reflexões

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10900121_827011584003761_6638316037879490052_oA edição da pretérita 6ª-feira do Jornal do Centro, traz à discussão e/ou reflexão política local uma série de questões pertinentes relacionadas com o desempenho do executivo autárquico liderado por António Almeida Henriques, mormente atrasos relacionados com obras e acções publicamente anunciadas pelo executivo camarário e que, nesta data, deviam, na maior parte dos casos, ter “desenvolvimentos” positivos, o que na realidade não se verifica.

São citados, a título de exemplo, os atrasos relacionados com o concurso de ideias para a cobertura do “Mercado 2 de Maio”, anunciado em 18 de Setembro, a reconversão/beneficiação do Pavilhão Multiusos que vem sendo “falada” como primordial e necessária, a extinção da Expovis e consequente criação da “Viseu Marca”, exemplos a que acrescem o também anunciado concurso para a instalação de um hostal no centro histórico, a mudança de instalações da Polícia Municipal “a curto prazo”, estávamos a 10 de Setembro, o “famigerado” regulamento de horários para bares e estabelecimentos diversão nocturna que tinha “vida” prevista ainda em 2014, a instalação da Escola Profissional Mariana Seixas na Rua Direita anunciada para Janeiro corrente não se efetivará tão depressa, a criação de uma rede de vias cicláveis na cidade, ligação ao centro histórico, passo a citar “as propostas serão apresentadas e sujeitas a debate público até ao final deste ano”.

Aguarda-se com expectativa a instalação do denominado “estaleiro-escola” neste 1º 10426273_1583744198510532_4970375673325431629_ntrimestre do ano e o inicio das obras de adaptação do novo edifício das “Águas de Viseu” e consequente  transferência dos respectivos serviços para o centro histórico, com início aprazado para 2016 e conclusão algures no Verão de 2017. Bem como notícias sobre o “estado” do processo de candidatura de Viseu à lista de sítios Património da Humanidade da Unesco ou da mudança de serviços camarários para o edifício do “antigo” Governo Civil” ou, ainda, sobre a actvidade do Gabinete de Apoio às Famílias Endividadas e o arranque da incubadora de empresas…

Mais do que elencar medidas não concretizadas ou não cumpridas, interessa aqui perceber o que está por detrás destes “atrasos e incumprimentos” ou “imparidades” para usar um termo mais em voga. É, também, certo, que alguns dos anúncios ocorridos não dependem única e exclusivamente do Município, lembro, por exemplo, o anúncio feito pelo Sec. de Estado dos Transportes, o  mangualdense Sérgio Rodrigues, do início da carreira aérea Viseu-Tires, ou os continuados anúncios sobre a linha férrea e duplicação do IP3 ou nova ligação de Viseu a Sul… Será interessante acompanhar o percurso político “próximo” deste jovem e, já agora, perceber para onde caminha a “nova” AIRV com Carlos Marta, ex-edil tondelense e “fantasma de Fernando Ruas”, agora no comando das operações…

Regressando ao móbil deste manifesto, que não anti-Dantas, mas sim pró-Viseu, afinal que aconteceu? Ou melhor, o que é que não aconteceu, para que estas “imparidades” tivessem surgido?

Será incapacidade política do Executivo ou de parte dele?

Será que estamos a assistir a um “golpe de estado” palaciano?

Existirão “forças de bloqueio” externas?

E a oposição, PS e CDS, onde estão?

Perguntas pertinentes e para as quais se procuram repostas.

Em relação à 1ª questão já falámos sobre a constituição da lista vencedora logo hqdefaultquando eleita e em jeito de balanço, após o 1º ano de mandato, alertávamos que no poder autárquico não existem remodelações de “casting”, por necessidade ou não, o poder concentrou-se nos Gabinetes do Presidente e do Vice-Presidente, enquanto Guilherme Almeida vai passando nos intervalos da chuva e vai mostrando que a antiguidade é um posto e que ser “bereador” não é tão fácil como alguns julgam, aos vereadores João Paulo Gouveia e Odete Paiva, espera-os um 2015 de muito trabalho político… Não terão vida fácil em 2015 Jorge Sobrado e o “cardeal” Nuno Nascimento, peças essenciais na coesão e capacidade produtiva do executivo.

Golpe de estado palaciano pode parecer um termo forte, despropositado e exagerado, mas não. Logo por alturas da posse de António Almeida Henriques por aqui falávamos que António ia enfrentar resistências e resiliências, que obstáculos e pedras pelo caminho seriam muitos e foram e são. Almeida Henriques e seus pares entraram fortes, com determinação e velocidade estonteante para uma máquina pesada, reactiva e corporativa, habituada a outro ritmo e estilo. António, bem, mexeu no “xadrez”, movendo as peças na busca da posição de conforto, saiu de “brancas”, em primeiro e fez mossa. Atordoadas, as peças do tabuleiro foram reagindo, conhecedoras do “terreno” foram fazendo ver, aqui e ali, que com eles talvez, contra eles nunca. Estava dado o mote, era preciso não esmorecer e fazer vingar a velha máxima da (alguma) função pública: “se sempre foi assim, vai ter que continuar assim”, se são 45 dias,não têm que ser 44, etc., etc., etc….

As forças de bloqueio foram ou ficaram celebrizadas nos tempos da co-habitação Soares-Cavaco, sendo que a elas se referia Cavaco quando queria apontar a razões e Unknown-1pessoas fora da esfera do seu governo e que constituíam um óbice à prossecução dos seus objectivos de governação. Almeida Henriques tem encontrado algumas dessas forças de bloqueio e nas quais não se integra a oposição, mas, por paradoxo, se encontram alguns “bate nas costas”, um novo estilo de oposição, sem rosto, que está com todos e não está com ninguém, que é sem ser mas que está sempre presente…

Perante uma oposição perdida e baralhada em si mesmo e a quem competia questionar, fiscalizar, analisar e debater, não necessariamente por e nesta ordem, ficam perguntas por fazer e, em consequência, repostas por dar.

Factos são factos. Explicações e/ou respostas existem muitas, para todos os gostos e feitios. Muito provavelmente, num misto do que acima se enuncia ,em jeito reflexão, encontraremos algumas respostas para o sucedido, ou não…

Olhando para 2015, lembro-me de uma célebre afirmação de Sir Winston Churchill: “Eu sou um optimista. Não me parece muito útil ser outra coisa.”

2014, a revista não editada – parte I & conclusão

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Já em 2015, com as festas, faltam os “Reis”, passadas, com 2014 “quase arrumado” e em tempo de vésperas de mais um ano intenso a todos os níveis, resolvemos olhar para os protagonistas e acontecimentos que no nosso entender marcaram de algum modo o ano que findou.

Vamos fazê-lo de forma simples, directa e corrida. Sem preocupações de estilo ou forma, sem receio de susceptibilidades bacoco-mimadas e na certeza que não agradaremos a todos. Ainda bem, também não estamos cá para isso.

Como nota prévia, dizer que a eleição da personalidade local do ano 2014 por parte dos leitores de “Tempo de Vésperas” em nada condiciona a nossa opinião ou altera o nosso julgamento e análise. No entanto, os resultados devem ser lidos e analisados de forma natural e levados em conta na correta proporção da sua importância.

images-7Até para arrumar já o assunto e para dar um “biscoito” aos anónimos “locais”, dizer que não nos admirou muito a “eleição” de Fernando Ruas como a personalidade local do ano 2014. Não é só na “Casa Calçada” que se ouvem, dizem, ruídos estranhos e se passeiam “fantasmas”, também, pelas “ruas” da cidade e por alguns gabinetes do Rossio, se vão ouvindo ruídos estranhos… Agora mais a sério, o que é um facto é que, apesar de tudo, Fernando Ruas consegue manter-se à tona da água no espectro político local… Ruas, ou outros por ele, lá vai, de tempos a tempos, acalentado a esperança de uns quantos saudosistas que ainda não perceberam que os tempos são outros… Ruas percebeu que tem, ainda, lastro, tropas e audiência, percebeu que o PSD local não esqueceu, ainda, quem arranjou empregos, alcatroou estradas e inaugurou fontanários. Fez tudo isso e, “vox populi”, “deixou” dinheiro no cofre que outros agora desbaratam… Ruas, em 24 anos de poder, trouxe a Universidade, o comboio e a ligação a sul em auto-estrada, dinamizou a economia e não deixou responsabilidades financeiras emergentes… ops!!! Não trouxe?? Bem, vai trazer agora… Ou não, porque Fernando é um homem inteligente e sabe que basta “ameaçar” para existir e ao contrário de alguns carregadores de baldes, leu Héraclito e sabe que não se cruza o mesmo rio duas vezes, porque outras são as águas que correm nele.

Com um ano de mandato à frente dos destinos da urbe-região, António Almeida imageHenriques já percebeu que vai ter pela frente um 2015 muito exigente. Sem grandes obras “físicas” para fazer, António tem que “ganhar” as aldeias, e acelerar na economia. A esta altura já percebeu com quem pode contar, mas também sabe que tem que levar o barco, com todos, até 2017… Aguenta António…

Para quem ande desatento, é bom reler a “bíblia”  “Estratégia Viseu Primeiro 2013/2017″.  Oposição incluída e alguns vereadores da “situação”. Os primeiros porque têm o trabalho de fiscalização facilitado e os segundos para perceberem os compromissos que assumiram e o que ainda não fizeram e/ou têm para fazer…

Ao que acima dissemos, acresce que na área da cultura e turismo, também 2015 tem que ser muito diferente. Para quem tem como desígnio transformar Viseu no terceiro pólo cultural do país, muito trabalho tem pela frente Odete Paiva, que a par de João Paulo Gouveia, responsável pela pasta da “coesão territorial”, vão estar sobre forte escrutínio no ano que agora começa.

Oposição, infelizmente, foi coisa que pouco se viu no pretérito ano, se na vereação helder-amaralHélder Amaral não cumpriu as expectativas criadas, cabendo na maior parte das vezes ao esforçado Vítor Duarte a representação centrista nas reuniões de câmara, também na Assembleia Municipal o CDS esteve muito abaixo do esperado, minado com “não” problemas internos, entra em 2015 sem a presença do seu cabeça-de-lista Fernando Figueiredo,por motivos profissionais diga-se em abono da verdade, a mesma que nos mostra que se esperava, também, mais e melhor, deste CDS que tinha tudo para ser feliz… Perde o CDS e perde, seguramente, Viseu.

Já o PS, bem, nem vale a pena perder muito tempo… está em transição de gerações, esperamos que até 2017 recupere.

Assim sendo, acabaram por ser BE e a CDU a protagonizarem, no seu estilo de arremesso fácil e pouco consequente, alguns dos melhores momentos do ano em matéria de oposição.

Em matéria de acontecimentos, 2014 fica marcado pelos inevitáveis “Jardins 1898142_856440887729705_5204404808033583599_nEfémeros”, na sua IVª Edição e sob a batuta de Sandra Oiveira se vão afirmando como um dos cartazes da cidade. Também 2015, será um ano vital para o futuro dos “jardins”, tendo pela frente, Sandra Oliveira, o desafio, não só de “fazer” melhor, mas, sobretudo, de conseguir abrir caminho para uma futura auto-sustentabilidade económico-financeira, a nosso ver vital…

“NÓS FEIRAR” deu muito que falar. Até rima, mas o que é certo é10511095_887722147910696_7722100055394428865_n que se em 2014 se procurou começar a mudar o que todos sabem ter que ser mudado em relação ao maior certame e cartaz turístico da região, 2015 é completamente decisivo nesta matéria. Dossiers como a extinção da “Expovis” e a criação da associação “VISEU MARCA”, já deviam estar mais que resolvidos. Em 2015, nesta matéria, a palavra de ordem é “NÃO ERRAR”…

logoindexA iniciativa “Viseu & Vinho Dão Festa” veio para ficar, apesar das vozes costumeiras dos “velhos do Restelo” que ainda não perceberam que o paradigma mudou e que não se promove para dentro, mas sim para fora. As portas e janelas fizeram-se, também, para abrir… Em 2015 o desafio será seguramente maior e não pode ficar confinado aos “salões do Dão”, é preciso levar Viseu e o Dão a quem o não conhece…

Já por aqui falámos de outras personalidades e projectos que levam consigo a marca “VISEU”, no entanto, não posso ficar sem dar o devido destaque e referência à Escola Profissional Mariana Seixas, talvez a mais premiada a nível nacional e que em 2014  “trouxe” consigo, entre outros, o Prémio do Público no BGreen- Festival Ecológico de Vídeo em Santo Tirso, o 1º Prémio Nacional no Concurso INOVA- Melhor Projeto- 10333788_10201357925388930_1680888211585756928_oCasaco Inteligente para Bombeiros e Prémio Inova Social- Casaco Inteligente para Bombeiros, o 1º Lugar Nacional no Concurso Europeu das Florestas, Melhor Curta-Metragem na Categoria Escolar no VistaCurta 2014, Conquista do Selo Europeu para as Línguas e o 1º lugar nacional no Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio- Casaco Inteligente para Bombeiros. Parabéns a todos na pessoa do seu Director, Gonçalo Ginestal, que não perdeu o “GPS” e, talvez mesmo, dele não precise.

Uma palavra final, para notar a diferença de ambição entre o “meu” Académico de 10626534_771795162888000_8090377116847222423_nViseu e o vizinho C. D. de Tondela, está aí à vista de quem quiser ver… e um incentivo para um 2015 de consolidação do Lusitano de Vildemoinhos e de reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao nível da formação desportiva dos jovens pelo carismático Dínamo da Estação.

Como sempre, assinado…

Rui Rodrigues dos Santos

Fernando Ruas…

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É a personalidade local do ano de 2014, é o escolhido pelos leitores de “Tempo de vésperas” aqui. (foram considerados 645 votos)

Captura de ecrã 2014-01-3, às 14.24.54

 

2014, a revista não editada – parte 0

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A finalizar, quase, mais um ano civil, neste caso o ano da graça de 2014, é tempo de análise e reflexão sobre os acontecimentos e as personalidades que se fizeram notar de Janeiro pretérito até hoje, tanto pelo lado mais como pelo menos positivo.

Sem juízos de carácter nem “achincalhamento” pessoal, todos têm direito à sua dignidade pessoal e humana, pelo menos aqueles que de forma clara, aberta e genuína dão a cara pelo que pensam, dizem e fazem sem se esconderem por detrás da opacidade da mal-dicência e agressão anónima, cobardemente escondida atrás da “cortina virtual” e que apenas mostra à saciedade que quem faz, bem ou mal, mas faz, quem tem opinião e a expressa de forma livre e assumida e quem tem capacidade de “pensar” sem constrangimentos de qualquer espécie, incomoda… pelo menos os pobres de espírito. Que 2015 lhes traga a “luz” necessária para passarem a “viver” fora do esgoto…

imagesAdiante, que há coisas mais interessantes e com real importância para todos, repito todos. Se a nível nacional o ano fica marcado inevitavelmente pelo escândalo BES/GESUnknown e pela detenção, a meu ver exagerada, de José th-1Sòcrates, o “44”, ao que podemos juntar o arquivamento do denominado processo dos “submarinos”. Já por cá, os protagonistas não diferem muito dos anos anteriores, ou talvez não.

Se olharmos bem, de forma assertivamente positiva e pondo de parte a “ladainha” miserabilista que caracteriza muita da auto-denominada “vox populi” da urbe-região, encontramos outros protagonistas, outros acontecimentos, outras personalidades que se afirmaram e afirmam no mundo de forma positiva e notória e todos com um denominador comum, Viseu. Surpreso? Acredito que sim, mas vejamos alguns exemplos disso mesmo, na certeza de pecar pelo esquecimento involuntário de algo ou alguém.

Pedro Santos Guerreiro, director executivo do Jornal Expresso e comentador da SIC; Francisco Neto, selecionador nacional futebol feminino; Paulo Almeida, estilista radicado em Londres e recentemente galardoado com o  prémio “Talento Emergente de Moda Feminina” nos British Fashion Awards pelo trabalho desenvolvida pela dupla “MARQUES’ALMEIDA”; Luis Clara Gomes “MOULLINEX”, produtor musical e DJ internacionalmente conhecido e reconhecido; Paulo Ferreira, jornalista e  ex-director de informação da RTP; Vítor Gonçalves, jornalista e professor universitário; Rui Miguel, jogador profissional de futebol, actualmente a jogar no Rapid Bucareste da Roménia ou ainda o “desconhecido” Bruno Oliveira que na China e como treinador adjunto do Guizhou Renhe F.C. ergueu a Taça da  China e autor do livro “Mourinho: Porquê tantas Vitórias?” e por último, lembrar Paulo Sousa, o ex-internacional português e actual treinador do Basileia F. C. que em breve vai defrontar o FCP nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, são apenas, a par de outros que agora não recordamos os nomes e que se encontram ligada à investigação médica e científica e a outras áreas do saber, alguns exemplos de personalidades viseenses com projecção 411762_376488239111273_1483184285_opara além do Caramulo. Se a estes juntarmos projectos como o “TOMI WORLD”, liderado por José Agostinho e que se encontra espalhado pelas ruas de várias cidades e estações do metro de Unknown-5Lisboa e que coloca uma empresa de Viseu na vanguarda da indústria multimédia, ou a “SAKPROJECT” que produz as 10805807_1510642325875851_8234320002966100216_ncaneleiras usadas por Cristiano Ronaldo, Bale e Hulk entre outros; o operador universal de electricidade “LUZBOA”, com sede em Viseu e “filho” de Pedro Morais Leitão ou o images-2colectivo de arquitectos “ATELIER DO ROSSIO”, ainda recentemente reconhecido com a atribuição de mais um prémio 1013324_619153101471435_85486884_nna sua área. Viseu acolhe, também, o maior exportador nacional de produtos para tatuagens e um dos grandes “players” europeus neste mercado, sendo também reconhecido como um dos melhores estúdios de tatuagens da europa, falamos da “PIRANHA”, resultado do esforço empreendedor de Pedro Dias e colaboradores. E podíamos, seguramente continuar que exemplos não faltam…

Daqui se depreende e se confirma que existe Viseu para além do enclave Estrela-Caramulo…

Mas regressemos ao enclave e aos protagonistas e acontecimentos locais, aqueles que animam as conversas de café, enchem a blogsfera local e preenchem as edições dos pasquins locais, mas não já, talvez mais logo, amanhã ou depois…

É preciso dar tempo ao tempo, afinal estamos em “tempo de vésperas”…

 

O que é que Viseu tem???

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Tem quase tudo como ninguém. Quem? Viseu… sim, tem (quase) tudo como ninguém…

Pode não parecer, mas de facto, Viseu, a maior cidade do interior do Portugal europeu e da diáspora, tem muita coisa, mas também falta quase outro tanto…

Tem gente boa e hospitaleira, empreendedora q.b., tem oferta diversificada, tem centralidade e localização privilegiada, tem produtos endógenos de qualidade, que vão para além do vinho do Dão, tem qualidade geral de vida, tem, até, pasme-se “baiana” que roda a saia…

Viseu tem querer, tem ambição…

Mas tem, também, rocha granítica, tem capelas e capelinhas, tem quintas e quintinhas…

Um dos dramas do Viseu de hoje é a mentalidade ainda reinante nalguns círculos de “poder”, mentes fechadas e dominadas por dogmas do passado, gente que não percebeu que o mundo mudou, que é tempo de abrir portas e janelas, arejar “casas” e mentes, é tempo de perceber que sozinhos, isolados do que é o mundo de hoje, pouco ou nada conseguimos fazer para além de “pensarmos” que somos os maiores, quando, no fundo, não o somos… mas , de umbigo, pensamos que o somos…

Seria para rir, se não tivesse tanto de trágico quanto de saloio… Assim se perdeu o combóio, não só o da ferrovia, mas, sobretudo e também, o “combóio” da modernidade…

Perguntam-me, alguns dos “vencidos da vida”, por exemplos concretos no meio da “floresta”, o que me conduz à velha “estória” da casa feudal que em si reunia tudo eth o tudo era nada, em que um dia a velha lareira, que há muito não servia, se acendeu e com graça na desgraça se percebeu que era preciso abrir portas e janelas, deixar correr o “novo” ar, iluminar as salas outrora fechadas e, principalmente, trazer as “gentes” de cá e de lá,  mostrar o que de melhor temos para oferecer por comparação positiva com o que os outros nos oferecem…

Falta a e nestas gentes a ambição, a certeza e a vontade de ser melhor, fazer melhor… contentam-se ufanemente com vitórias de Pirro e vassalagem forçadas…

Felizmente, estou em crer e quero acreditar que estamos em tempo de vésperas de um novo tempo, sob pena de, irremediavelmente, ficarmos para sempre a olhar uns para os outros na vã certeza de que somos os maiores, pelo menos, lá de casa…

E agora Portugal?

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bandeira-portugalEm Julho já por aqui se abordou este Portugal, a sua justiça e o caminho ou caminhos que se trilham. 24 de Novembro, véspera de um 25 muito esquecido, mas que urge relembrar, viveu este pequeno país um dos mais negros dias da sua história.

Independentemente dos protagonistas, irrelevantes para a matéria, é um país que bate no fundo, é a prova final de que andamos enganados faz anos, talvez agora, finalmente, aqueles que andam sempre com Abril na boca, percebam que Abril não se apregoa…

Assistimos a um circo mediático sem regras em volta dos últimos casos judiciais. Sem respeito por ninguém, principalmente pelos envolvidos, inocentes até prova em contrário, mas já julgados e condenados na imprensa e, em consequência, na opinião pública. Afinal, alguém sabe o que motiva a prisão preventiva de um ex-Primeiro-Ministro de Portugal? Sem embargo da acusação que lhe é feita e dos crimes que lhe são imputados…

Estaremos a caminhar para um “Estado de Juízes? Deus queira que não e que os homens também o não permitam.

A 3ª República esgotou-se, urge refundar o país, criar as condições necessárias para um futuro diferente, muito diferente, deste tenebroso presente.

E agora Portugal?

Como afirmava Pessoa na “Mensagem”: “Senhor, falta cumprir-se Portugal!”

Falta…

 

 

FFF…

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Facto politicamente relevante da última semana, mais do que as “intervenções” do 994766_605631506128546_1931172930_nVereador Municipal de Viseu, eleito pelo CDS, foi a renúncia(ver fim) ao mandato de deputado municipal por parte de Fernando Figueiredo(ff).

Diga-se, em abono da verdade, que não era situação que estivesse fora das expectativas, depois do que se passou no últimas eleições internas do CDS, onde FF foi “ultrapassado ” por Hélder Amaral e da última intervenção daquele na última reunião plenária da Assembleia Municipal.

O Coronel invoca razões de índole profissional e pessoal para abdicar do cargo para o qual foi eleito., acresce que não tem vocação para estar no “eucaliptal”…

Sabíamos que a sua saída constituiria um rude golpe no CDS, afinal Fernando Figueiredo foi o “motor” do partido no último ano, o que não estávamos à espera é que a sua falta se fizesse notar de forma tão rápida quanto notória, basta atentar neste artigo de opinião de Carlos Cunha e no último comunicado da Comissão Política Concelhia local para ver que Fernando Faz Falta… ou não?

Captura de ecrã 2014-11-18, às 00.44.51

Passou um, ainda faltam três…sete… nove…

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Para desespero de alguns e alegria de uns quantos “cobardo-anónimos” que populam pelas redes sociais e “comentam” em alguns blogues, sempre a coberto da vergonha descarada de serem incapazes de assumirem o que pensam e  dizem, talvez fruto de frustações pessoais de qualquer espécie mas sempre próximas da “entalada zurrice crónica” que os caracteriza e os quais, nos últimos tempos, têm manifestado a sua preocupação com o estado d’arte de “Tempo de Vésperas” e com as opiniões veiculadas por este humilde escriba, o qual por formação, educação e respeito por todos, mesmo aqueles que não sabem o que isso é, assina sempre o que escreve, assume o que faz e diz, sem tibiezas ou receios do que quer ou quem quer que seja, aquilo que pensa e o que faz. É essa a minha liberdade, que ao que vejo a alguns, poucos, falta..

Centrando no que verdadeiramente importa, interessa fazer uma reflexão séria, curta mas rigorosa sobre este ano e um mês de gestão autárquica de António Almeida Henriques, oposição(??) incluída.

Na última Assembleia Municipal, animada e divertida como é usual, António, o Presidente, no balanço que fez deste 1º ano e um mês de gestão do Município imagedesfiou um rol de realizações, de projectos em curso e ideias para o futuro e voltou a lembrar que está tudo vertido no documento estratégico “VISEU PRIMEIRO 2013/2017″, qual manual de procedimentos…

Não vou elencar o que foi feito ou não foi feito, deixo isso para para quem tem a responsabilidade de fiscalizar o trabalho de António e seus pares, a “oposição”. E nesta matéria se para uns, os socialistas, é “Ruas” que marca este  1º ano, já para o CDS foi só foguetório, segundo Hélder Amara,l tudo não passou de festas & festinhas. Nesta matéria, aquele que já apelidaram de “Torquemada das Beiras”, expressão infeliz diga-se de passagem, tem alguma razão, mas foi curto na análise e perdeu-se na facilidade do “soundbyte” apesar de em entrevista ao “Jornal do Centro” ter aflorado algumas verdades pertinentes antes de se perder na defesa do eucalipto…

Já o PS, mostra-se algo adormecido, de uma modéstia gritante e de um vazio de ideias generalizado. Com JJ em pré-reforma e com João Paulo Rebelo em silenciosa pré-campanha para 2017, valha-nos a sempre simpática e participativa vereadora Rosa Monteiro.

Do lado do executivo municipal, escrevemos aqui, em 23 de outubro de 2013, “chegaram os dias de António“, para desespero de Fernando, a quem diga-se, em muito faltou o que ao “Tó” tem sobrado. A preocupação mor deste ano foi fazer “esquecer” Ruas, a par de preparar a sedimentação necessária e precisa se  for para levar a sério e cumprir o denominado “projecto a 10 anos”. Num ano fortemente marcado pela força comunicativa do denominado gabinete de propaganda, a gestão de Almeida Henriques procurou e conseguiu impor um ritmo externo de elevada intensidade, focado na assunção clara da cidade-região de Viseu como “cidade líder” de uma vasta região do centro de Portugal.

Em Janeiro do corrente, fazíamos aqui, a análise do estado d’arte de então, hoje vemos que pouco ou nada errámos à época.

Com um ano positivo q.b., onde efectivamente se marcou a diferença, onde os input’s urbanos foram em larga escala dominantes e se introduziram novos conceitos na gestão do Município, preocupa-nos mais o que aí vem, o futuro, do que própriamente o passado e o presente efémero. E é aí que importa centrar a análise, porque é neste futuro que se joga toda a dimensão da cidade e da região, é neste futuro que se centra a ambição e foi sempre, na minha opinião, na falta dela, que se falhou no passado.
Nos próximos tempos António e a sua equipa vão ter que operacionalizar muito do que foi “semeado” neste primeiro ano de mandato, vão ter que direccionar o foco para lá do Rossio e do centro histórico em termos de política “interna”, urge “chegar” ás aldeias, não para as trazer ou levar até elas o Rossio, mas para que em quem cada uma delas se possa afirmar que “Viseu é a melhor cidade para Viver”. Vai ser necessário mostrar que os vários projectos e fóruns criados e anunciados são úteis e concorrentes para um Viseu de e com futuro. Vai ser preciso de forma mais incisiva dinamizar a busca de investimento económico de cariz permanente e socialmente responsável, vai ser nuclear continuar a “mudança” este ano iniciada na Feira de S. Mateus, e trabalhar muito, a todos os níveis, para que se alcance o tão apregoado objectivo de tornar Viseu no 3º pólo cultural do país…

Assim sendo, apresentam-se como cruciais para o sucesso de Viseu, os dois próximos anos de gestão autárquica.
É simples, basta cumprir com o “VISEU PRIMEIRO 2013-2017″ e a oposição, quer na vereação, quer na Assembleia Municipal, cumprir com o seu papel de fiscalização construtiva. A António Almeida Henriques, acresce, ainda, resolver de vez alguns problemas de casting no “seu”(pouco) inner- circle, que com mais ou menos propriedade já por aqui demos conta, sendo que nas autarquias não é possível remodelar…

A bem de Viseu, que todos cumpram…

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