40 anos, tempo de a estória encontrar a história.

Etiquetas

, ,

Com a Páscoa passada, o “glorioso” Benfica campeão e, ainda, a lutar em mais 3 frentes e já em plena Primavera que não a de Praga, mas que alguns julgam de Viriato, eis que se aproxima o 24, véspera dessa madrugada do “dia inicial inteiro e limpo”, nas palavras de Sophia, e “onde emergimos da noite e do silêncio” mas onde, digo eu, 40 anos volvidos, tantos quantos levo de vida, a estória ainda não se reencontrou com a história desse 25 de Abril que não é do povo, mas sim de um punhado daqueles que agarrados a um passado que já foi, continuam a viver em tempo de vésperas de um outro 25, que ao povo deu a oportunidade de fazer seu esse Abril de que tanto falam.

imagesA estória da história de Abril não são só cravos em canos de espingardas… A par de uma liberdade que nem todos queria, mas em nome dela, muitos dos que nos dizem heróis, foram protagonistas de crimes lesa pátria. Porque a memória dos Homens não se apaga e porque a estória e a história nem sempre coincidem em si, convém lembrar que a Marcelo sucedeu um denominado PREC – Processo Revolucinário em Curso – e os governos gonçalvistas que tudo nacionalizaram ou destruíram com as consequências que conhecemos, que a uma “PIDE/DGS” sucedeu um COPCON liderado por esse grande democrata que foi e é, dizem, o camarada Otelo Saraiva de Carvalho,  que baseava  a sua acção na prisão discricionária de tudo o que na sua visão achatada correspondia ao “capital” ou apresentava uma ameaça à “liberdade”que preconizavam, liberdade essa de inspiração albanesa e na qual apenas cabiam os camaradas revolucionários…

Foram tempos de desmando, que custaram e custam, ainda hoje, muito ao país e a outros que abandonámos.

40 anos volvidos é tempo, mais do que tempo, de exorcizar esse passado, de ver a estória da história, de compreender que Abril foi e é importante, mas não esquecer, que muitos preconizavam um Portugal amordaçado, de influências extremistas pró-soviéticas ou nelas inspiradas. É tempo de escrever verdade nos compêndios de escola. É tempo de perceber porque alguns desses heróis regressaram aos quartéis e outros “engordaram”quando o país precisou que crescessem. É tempo de perceber que Abril foi tempo de vésperas de um Novembro, que apesar de outono, trouxe a esperança dessa madrugada, desse dia em que “livres habitamos a substância do tempo”…

40 anos volvidos sobre Abril, é tempo, não de vésperas, mas de fazer com que a estória da história se encontre com a história da estória.

Honremos Abril, lembrando Novembro, o seu 25… o Portugal livre de hoje…

 

O “grande” líder…

Etiquetas

, , ,

10155042_1483055318579421_7429035283294594243_nAntónio Almeida Henriques a liderar o centro, afirma o JN na sua edição de sexta-feira santa, 18 de Abril.

176 dias após a tomada de posse de António como Presidente da edilidade viseense, a estratégia a que já aqui aludi de tornar Almeida Henriques o “líder” da região centro começa a surgir como uma realidade incontornável. De facto, António Almeida Henriques tem vindo a posicionar-se e a tomar posição como tal, quer seja com tomadas de posição públicas sobre as mais variadas matérias que afectam a região e/ou a cidade região de Viseu, quer seja como “motivador” de fóruns de autarcas ou, mais importante ainda, pelas iniciativas que o seu executivo tem anunciado nestes dias de “primavera de Viriato”…

O recente lançamento da marca “Viseu a melhor cidade para viver” e a conferência que esta semana teve lugar no magnífico espaço do Museu Grão Vasco “Para que serve um sitio património da humanidade?” são os últimos exemplos disso mesmo, sendo o sucesso deste último inquestionável.

Viseu entrou de vez na chamada 3ª dimensão do desenvolvimento, hoje os horizontes rasgados vão muito para além do Caramulo, Viseu assume-se cada vez mais como a cidade-região do centro.

imagesAntónio Almeida Henriques tem vindo a elevar a fasquia, pouco tem sobrado na vontade, veremos adiante se também pouco ou nada ficará para trás do vasto leque de anúncios e promessas. Para e a bem da cidade-região de Viseu é bom que não…

 

Património da Humanidade, porque não?

Etiquetas

, ,

Inicou-se hoje o processo de possível candidatura do centro histórico da cidade região de Viseu à condição de Património10155307_1477856802432606_1141814950_n da Humanidade com a realização da Conferência “Para que serve um sítio Património da Humanidade?”.

Com uma adesão muito acima da expectativa inicial, pelo menos minha, a qualidade dos painéis e dos diferente oradores enriqueceram o debate e abriram a discussão, bem, diga-se. Uma palavra sobre o “cenário ” escolhido, muito bom…

Ficou, para mim, claro que mais importante que o ostentar a chancela, é o processo de preparação de candidatura e a mesma, que pela dinâmica que claramente impõem, realmente importam. Sem embargo do pós-atribuição e das sinergias que se criam, é nesta fase do processo que se tende a projectar a “revolução” de mentalidades e processos, que se operam as mudanças e se congregam vontades. Exemplo acabado disso mesmo, é o resultado do debate de hoje, que permitiu que muitos dos presentes possam agora formular a sua opinião.

Dos exemplos mostrados de cidades Património da Humanidade, fica a certeza de necessária gestão cuidada na ressaca da atribuição, que tem que ser desde logo preparada em conjunto com a candidatura. É crítico este factor de gestão no “day after”, sob pena de volvidos alguns anos tenhamos a sensação que estamos apenas perante um rótulo sem conteúdo.

A meu ver, a abertura deste processo e a procura de materializar uma candidatura do centro histórico a Património da Humanidade é já, per si, factor de desenvolvimento a vários níveis, independentemente do resultado final.

ng3182517António Almeida Henriques, goste-se ou não, está a agitar as águas, definitivamente parece 10153772_1480456022172684_5656579208406392443_nter”deixado o sofá”, o futuro mostrará o resultado das suas acções e os habitantes da cidade região terão oportunidade confirmar se Viseu é “a melhor cidade para Viver”…

 

 

Comboio da meia-noite…

Etiquetas

,

10152416_10203501248397940_7215815602728772333_n“Viseu à noite é pantufas e lareira”, esta afirmação tem cerca de 30 anos e foi produzida por um ex-Presidente da Região de Turismo Dão-Lafões, já falecido. Polémica q. b. na altura, até porque não era bem assim, correspondia uma visão pouco clara que a sociedade de então tinha sobre a dita indústria da “noite”…

Hoje, passadas 3 décadas e várias gerações, o panorama é completamente diferente.

Viseu apresenta, hoje, uma “noite” multifacetada, dinâmica e dotada de uma pujança surpreendente para uma cidade dita do interior. Com casas para todos os gostos, potenciadas por uma comunidade estudantil que movimenta de sobremaneira a semana, os ditos “nativos” fazem dos fins-de-semana uma autêntica “movida” viseense, com múltiplos pontos de interesse e atracção, centrados básicamente na zona do Politécnico, Ribeira e centro histórico.

Seria interessante perceber o peso deste sub-sector na economia local, que estou seguro, não é dispiciente.

Tal como noutros sectores da economia, também neste, os agentes económicos têm preocupações específicas da actividade, que se cruzam com as preocupações gerais de qualquer sector. Questões como o policiamento e segurança, os horários e licenças são sensíveis e merecem ou deviam merecer uma atenção particular por parte dos empresários e, sobretudo, das autoridades e entidades responsáveis. Só a o diálogo e a conjugação de esforços entre todos pode levar a que esta “movida” viseense não pare, que continuemos a ser visitados por muitos e muitos turistas que não se limitam ao “conhecimento” mas que buscam, também, um pouco de alegria e diversão.

Muito longe estamos da quase verdade da frase inicial…

(Artigo publicado na Ed. de Jan/Fev/Mar 2014 da revista STUDIO BOX)

O 13…

Etiquetas

, , ,

13… o número mítico de Eusébio no Mundial de 66 em Inglaterra…images-3

13… dia das aparições marianas aos 3 pastorinhos na Cova de Iria…

13… número vulgarmente associado ao azar…

13… o lugar que José Junqueiro, dispensa apresentações, suponho, ocupa na lista socialista candidata às próximas eleições europeias…

Mais 13′s haverá, mas por agora estes chegam.

Fiquemos então pelo mais recente 13, o de José Junqueiro na sua tentativa, ou não, de “viajar” para a Europa, desta vez sem GPS mas, quem sabe, em regime de carpool com Fernando Ruas, 2ª escolha para 2º do PSD nas mesmas eleições.

images-2Este 13 seria de todo irrelevante não fosse Fernando Ruas, “ex-caudillo” viseense, ir em segundo lugar na lista da coligação “Aliança Portugal” e estar já a afinar o seu francês e inglês para brilhar por terras para além da Estrela e Caramulo… uma aventura… para Ruas, pois José nem com o GPS lá vai.

Se Fernando não se importa de ir no lugar de Alberto João, afinal de contas o passeio está garantido, o que terá levado JJ a aceitar esta subalternização na lista das europeias? Que terá o (in)Seguro António José prometido ou acordado com JJ? Ou será que JJ, qual humilde militante de base, aceitou prestar mais um “serviço” ao partido, desta feita em regime “pro bono”?

Aguardemos calma e serenamente pelas cenas dos próximos capítulos, para percebermos as razões de JJ e se Fernando fica ou não rendido aos encantos da nomenklatura europeia. Até porque, do resultado desta equação em muito resultará o xadrez político local num futuro próximo. Quer PS, quer PSD ficam suspensos do que daqui sair… os primeiros até 2015 e os segundos até 2017.

(publicado na edição de 28/3/2014 do CORREIO BEIRÃO)

E eis que… o CDS já mexe…

Etiquetas

, ,

joana_coutoAo que parece e a crer no sempre bem informado Rua Direita, já mexem as eleições para a concelhia de Viseu do CDS. Joana Couto de Sousa, advogada e que nas últimas eleições autárquicas “alinhou” pelo CDS como nº 3 da lista encabeçada por Hélder Amaral à Câmara Municipal de Viseu, será candidata.

Saúda-se a candidata e a candidatura, que se espera mobilizadora, renovadora e arejada. O CDS, mais do que consensos “non-sense” precisa de retomar o seu lugar como “actor” dinâmico do teatro político local, precisa de abrir as janelas da sua sede e fazer correr os ventos da inovação e participação no novo ciclo que Viseu atravessa.

Fica a ganhar o CDS e a cidade região com um partido desempoeirado assente em três vectores de acção, a oposição no executivo através do vereador eleito, a Assembleia Municipal e a voz de comando da Comissão Política Concelhia, a quem compete coordenar a acção política.

Até Julho, data apontada pelo já citado Rua Direita, como previsível para a realização das eleições, faltam mais de 3 meses, muita água, alguma de primeira outra nem por isso, correrá debaixo da ponte. Será Joana Couto Sousa candidata única ou outros haverá que se “atrevem” ao desafio?

A pluralidade exerce-se e permite-se, não deve ser um mero pregão…

 

2 anos depois, continuamos em Tempo de Vésperas…

cropped-cropped-23145492.jpgE faz dois anos hoje, mais ou menos por esta hora, que publiquei o primeiro artigo em “Tempo de Vésperas”.

Muita coisa aconteceu na cidade, na região, no país e no mundo. Também a vida de todos nós sofreu perturbações e alterações. 

No entanto, hoje, como ontem e como então, continuamos em “tempo de vésperas” do amanhã e tal como então, continuamos a querer ajudar a alcançar esse amanhã de que estamos em tempo de vésperas…

Obrigado a todos.

Carreira 529…

Etiquetas

, ,

1976932_737195492972146_55870159_n529 dias depois de José Carreira ter, ao estilo Elvis, “left the building”, o impasse mantém-se na concelhia de Viseu do CDS.

Carlos Cunha ainda ameaçou mas, como fã de Seu Jorge, cançonetista brasileiro, deu ouvidos à música que diz “Não pego, eu pego, não pego, eu pego, eu não pego não…” e em ida ao confessionário terá sossegado a alma…

Recentemente, um jornal local, a reboque das eleições para a secção de Viseu do PSD, falava em 3 possíveis candidatos para a concelhia local, referindo que segundo o presidente da distrital, estariam para breve as mesmas.

Para breve mesmo estão as eleições europeias onde o CDS concorre coligado com o PSD, com a particularidade de em 2º da lista figurar o ex-edil viseense Fernando Ruas, o que até vem a calhar pois assim,  as “despesas” da campanha ficam a cargo da estrutura laranja.

Uma coisa parece certa, cada vez menos se sente a falta de quem não está.

529 dias depois, a quem interessa este vazio?

Responda quem souber e quiser…

Os snobs de Lisboa…

Etiquetas

, , ,

correio-beirao

Leitor  assíduo de alguns jornais de índole nacional, neles se destaca o “Expresso”, queleio desde que me lembro. Também o Correio Beirão leio desde o primeiro número.

Ora a tempo e a desmodo, verifiquei recentemente que naquele prestigiado órgão de comunicação, vulgarmente conhecido por “Expresso” por lá escrevem, entre outros de inegável valor, representantes do anedotismo e provincianismo tão caro a muitos que por lá, abaixo de Rio Maior, fazem pela vida. Nada contra isso, o fazer pela vida, cada um arranja-se como pode e sabe…

Recentrando no essencial, a desmodo mas ainda com tempo, um jovem, parece pela foto estilo “betinho snob”, colaborador desse jornal, encheu-se de brios e atilhos próprios de quem tem como horizonte máximo o Tejo de um lado e as portagens de A1 do outro, e vai de se escandalizar com a inclusão de Fernando Ruas na lista da coligação PSD/CDS  que vai a votos nas próximas eleições europeias. Ao que parece ele e uma cadelinha de Pavlov…

imgresMas, se ao que parece não é a frondosa cabeleira nem o farfalhudo bigode de Ruas que incomoda, quiçá efeitos do farandol, é mesmo o seu ponto de partida, Viseu, que faz confusão a este e, quem sabe, a muitos que por “terra conquistada” se passeiam…

E aí, desculpem-me, mas estão a abusar…

São conhecidas as minhas divergências de opinião com Fernando Ruas em muitas situações, mas também, é notório o respeito que sempre nutri pelo “homem” Fernando Ruas.

Para o bem e para o mal, Ruas foi autarca durante 24 anos, liderou como soube e como pode um concelho capital de distrito do interior , que entregou, embora com pouca vontade, em Outubro último a António Almeida Henriques.

Liderou a Associação Nacional de Municípios durante 12 anos, foi polémico, directo e frontal em muitas ocasiões, o que lhe custou amiúde a desconsideração do seu mérito e valor até por muitos dos seus correligionários políticos. Talvez por isso e por vir de Farminhão, nunca exerceu cargos de relevo no seu partido, onde anos e anos se contentou com a Vice-Presidência do Congresso laranja, até que, talvez por snobismo, ter “apostado” em Pedro Passos Coelho. De mandatário a Presidente do Congresso foi um pequeno passo…

Membro há muito do Comité das Regiões da UE, é conhecedor das matérias europeias, profundo conhecer de vários dossiers, estou certo que fará um bom mandato no parlamento europeu, em defesa dos interesses de todos os portugueses…

Ruas não merecia a maldade que o seu partido lhe fez, Fernando aparece como uma 2ª escolha, como aquele que vai no lugar que Alberto João, o Senhor da Madeira, recusou. Fernando Ruas merecia ser a primeira escolha.

Quanto ao snobismo de um quantos, que por “terra conquistada” pululam, sempre de pena e língua afiadas para “sentenciarem” sobre tudo e todos, tenham calma,  tenham “muita calma nessa hora” pois o tempo é de vésperas de um melhor Portugal.

(publicado na edição de 14/3/2014 do CORREIO BEIRÃO)

Sebastião e os outros… ou o ensino superior por cá…

Etiquetas

, , , , ,

319538_270079319793398_846989649_nE eis que de repente, ao estilo Zeca Afonso, “de uma assentada eu volto já”, voltou a falar-se de e sobre Ensino Superior em Viseu, agora revisto e aumentado em “Viseu, cidade região”.

É uma discussão antiga, ainda estigmatizada pela não criação da Universidade Pública em Viseu, aquela por uns prometida a plenos pulmões nos idos anos de 95 numa Avenida 25 de Abril repleta de viseenses e por outros criada em decreto mas que do papel nunca saiu, ou, ainda, aquela Faculdade de Medicina que o então Secretário de Estado José Sócrates em acto de feliz coincidência foi “festejar” para a Covilhã no dia e na hora do Conselho de Ministros que aprovou tal localização… mera coincidência…

Hoje, o desafio é outro, podemos mesmo dizer que é o futuro do ensino superior, público e/ou privado, em Viseu que está em causa. Com a Universidade Católica em estado de agonia quase que vegetativa, um Instituto Piaget com cada vez menos alunos e um Instituto Politécnico que luta e bem pela sua afirmação e sobrevivência no novo contexto e panorama da rede de ensino superior em Portugal, Viseu cidade região têm que aglutinar e defender em torno deste desígnio, sob pena de vermos uns a fechar portas e outros a definhar…

DSC5280Nos últimos dias, em momentos e contextos diferentes “aconteceu” falar-se, discutir-se e  opinar-se sobre o ensino superior em Viseu. Primeiro naquilo a que chamam de “Conselho Estratégico de Viseu” e, posteriormente, num debate levado a efeito pela Federação Académica de Viseu(FAV), acção que saúda.

10003527_445897712211557_245880822_nEm comum talvez a inconsequência de ambos, mas também, o mérito de trazer este tema de novo à discussão. Inconsequência do primeiro pois já percebemos, tal como pensávamos que é mais do mesmo, a começar pelos intervenientes e protagonistas, que salvo uma ou duas honrosas excepções são os de sempre, com a mesma boa-vontade e ideias de sempre… E vai de criar mais um “fórum” para entreter. O segundo, iniciativa louvável de 537339_10200358095467630_266844617_numa FAV renascida sob a batuta de Mário Coutinho e mais uns poucos, mas que pelo formato escolhido e diga-se, em abono da verdade, pelo estilo e qualidade de alguns dos intervenientes ficou longe do objectivo pretendido, mas ao mesmo tempo, veio mostrar uma Academia interessada e participativa. Academia esta, que estou certo, vai reclamar o seu espaço na “Viseu,cidade região” onde é uma agente não só educacional e social, mas também, económico.

Em jeito de análise e conclusão, realçar o seguinte:

  • UnknownA FAV mudou e isso é positivo, veio reclamar o seu espaço;
  • “Viseu, cidade região” e o seu líder António Almeida Henriques estão preocupados e
    cientes de que urge fazer algo pelo futuro do ensino superior em Viseu;
  •  Fernando Sebastião, “o homem” do Politécnico, qual Viriato guerreiro, “luta” pelo “seu/nosso” Politécnico como ninguém.

Veremos o que o futuro nos reserva, para já “não se esqueçam de meter o papel”…

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.