No CDS é festa com todos… ou quase todos…

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images-1Sem surpresa e como já anteviam os próprios, foi eleita a nova Comissão Política Distrital de Viseu do CDS. Parabéns aos eleitos, mormente ao re-eleito Presidente José Hélder do Amaral.

Sobre estas eleições pouco ou nada há para dizer. Mais apregoada, em antecipação, que as ditas eleições, foi a posse de mesma já no próximo dia 18, em conjunto com as concelhiasimages  recentemente eleitas e nas quais se inclui da Viseu, que aliás, diga-se em abono da verdade e porque é afirmado pelo própria estrutura, passou os últimos 3 meses, desde que eleita em 5 de Julho passado, a preparar esta grande festa que será abrilhantada com a presença do Presidente do Partido Dr. Paulo Portas.

images-2Em relação aos novos eleitos, surpresa só mesmo a inclusão de Carlos Cunha, candidato derrotado nas últimas e muito disputadas eleições para a concelhia de Viseu, que passa de “inimigo” a acólito… De resto, todos ao barulho, numa espécie de albergue espanhol, que em 2015 há eleições legislativas…

Quem, presumo, não terá gostado muito deste processo, da forma como foi conduzido e do que dele resulta, terá sido o actual(???) líder da bancada parlamentar do CDS na Assembleia Municipal de Viseu, Coronel Fernando Figueiredo(FF). Hélder 999997_629780207047009_2056605853_n-1Amaral, ao que julgo saber, não passou cartão aquele que foi seu companheiro de luta nas últimas autárquicas e fiel escudeiro nas “lutas” em torno das eleições de Julho para a Concelhia local.

A FF, ausente em Timor por questões profissionais, também já devem ter chegado ecos do que se passou na última Assembleia Municipal de Viseu, onde o CDS e 421834_605632426128454_1298566268_nnomeadamente FF, foram fortemente visados criticamente pelo Presidente do Município sem que existisse uma qualquer “bazookada” de resposta por parte de quem quer que fosse do CDS, nem “na hora” por parte dos restantes deputados municipais, nem à posteriori por parte do Vereador presente na reunião, o “substituto” Vítor Duarte, ou da concelhia eleita, se bem que esta última se encontrava “impedida” de o fazer pois ainda não tomou posse…

É de crer que “bazookas” tenha começado a “limpar as botas”… para ir à festa do dia 18…

Resta desejar aos eleitos votos de bom trabalho, o distrito e o país precisam de um CDS forte, presente, participativo e responsável.

Que assim seja.

Afinal são já dia 11…

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10468680_688372021255823_152328367447792567_nQuase passavam despercebidas, mas aí estão as eleições para os órgão distritais do CDS-PP, convocadas em 10 de Setembro…

Publicada fora de prazo, certamente por lapso dos serviços HAcentrais do Partido, aqui fica a lista, única, candidata que apresenta Hélder Amaral como candidato a Presidente da Comissão Política Distrital e António José Coelho para a Mesa do Plenário Distrital.

A posse, bem essa não demorará muito, deve ser já dia 18, data em que tomam posse várias concelhias, incluindo a de Viseu, espera-se…

Sábado, dia 11, lá irei cumprir com o meu dever de militante e “botar” o voto…

 

 

92 dias depois… Onde andas tu CDS?

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Cumprem-se hoje, 5 de Outubro do ano da graça de 2015, 92 dias, ou se preferirmos 13   semanas, sobre a eleição da “nova” Comissão Política Concelhia(CPC) de Viseu do CDS-PP. Disso mesmo demos conta por aqui, realçando que essas eleições traziam “à evidência um CDS motivado, renovado e com alternativas credíveis ao nível local”…Captura de ecrã 2014-10-5, às 13.41.29 Eleições renhidas e muito participadas, da qual emergiu como 1921999_10201935796431107_7972333063828102553_nlíder Joana Couto de Sousa, conforme se lia nesse mesmo dia na página oficial da CPC de Viseu no facebook e onde se anunciava para breve a tomada de posse… 3 meses depois… Continuamos, os militantes, a aguardar pela posse, resta saber ser continuarão os viseenses a aguardar por este CDS…

Viseu, Setembro de 2014…

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E eis que entrámos no outono, época do ano que antecede o inverno e se segue ao verão. Começam a cair as folhas, a paleta ganha novas  cores, os cheiros mudam, mas a cidade, essa, continua… Ali, no mesmo sítio de sempre, com a mesma agitação de sempre, é ela, a cidade…

Foi tempo de feirar, foi tempo de vindimar, foi tempo de viver a cidade, tempo esse que é eterno e que não definha por ser outono, tempo de vésperas de um inverno que se aproxima…

A cidade vive e vive-se intensamente. Vive-se por si e per si, pelos múltiplos eventos que nela ocorrem, pelos seus monumentos, pelas suas ruas, vielas e calçadas, pelas suas gentes, as que nela habitam e as que a visitam. A cidade é conjunto de tudo, é um todo que não se pode separar nem procurar dividir.

Mas a cidade não é só o seu burgo, o seu casco histórico, ou as suas praças mais emblemáticas aonde todos acorrem e onde tudo parece perfeito, mesmo que o não seja. A cidade são os cantos menos claros, os bairros, lugares e aldeias que a circundam, a cidade é, hoje, tudo o que nela vive, dela vive e para ela vive…

Posto este intróito, longo, quase queiroziano, interessa fazer a reflexão sobre a cidade que temos, mas decisivo é, reflectirmos sobra que cidade queremos no futuro. É esta a discussão que realmente importa. Saber para onde queremos ir, porquê e como. O passado já foi, não se apaga por vontade dos homens nem de qualquer outra força, existiu, ficou. O presente, esse pode ajudar a definir o futuro mas, para que isso aconteça, é necessário que saiba a primeira condição de qualquer viagem que se queira de sucesso,  para onde vamos???

E é esta discussão,  para mim mais importante que qualquer outra, que interessa fazer. Discussão séria, franca e em campo aberto. Sem tibiezas, preconceitos ou receios de qualquer espécie, onde todos opinam, reflectem e discutem a sua cidade.

Para este fórum todos devem ser convocados, os que cá estão e os que não estão, mas que pelo mundo fora, fazendo parte da diáspora que se espalha pelos quatro partidas do Mundo, carregam consigo a sua, nossa, cidade.

Fica aqui o desafio para a organização de um grande fórum de discussão sobre o futuro da nossa cidade, desafio esse que compete a todos aceitar e participar. Eu, da minha parte, direi: PRESENTE!

(artigo publicado  na edição nº 4 da LINK VISEU) 

António, não me ligas nenhuma…

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Afinal, a fazer fé no noticiado no “Jornal do Centro” da pretérita 6ª-feira, são motivos meramente “passionais” que levaram Fernando a não receber, diferente de recusar, o “Viriato d’Ouro”…

imagesFernando quer mais “carinho” da parte de António e da sua entourage. Destes, ficámos a saber, nem um telefonema… cartas só registadas… convites? muito menos…

Para ajudar, António tratou de “cortar” no Bairro Municipal, na Quinta da Cruz e, pasme-se, não “pagou” o subsídio de reintegração de Fernando e do ansiado “delfim” deste, Américo. António anda tão ocupado que não tem sobrado tempo para Fernando…

Fernando está carente, queria uma festa só para ele…

Logo ele, Fernando, que sempre apoiou António, tirando não o querer ver como seu sucessor no cadeirão do Rossio…

Fernando está magoado, sentido e amargurado. Quer voltar, quer voltar para, presume-se, fazer o que não foi capaz de fazer em 24 anos. Nem as ruas de Estrasburgo ou os corredores de Bruxelas conseguem ameinar esta vontade voluntáriamente suicida de Fernando de, ao melhor estilo de Dino Meira, querer voltar a uma “casa” onde já foi feliz. Está no seu direito, até porque o sonho comanda a vida, pelo menos até à hora de acordar…

Para já, a este registo mimado, nervoso e traquina de Fernando, vai António respondendo com uma calma e fleuma olímpicas, resta saber até quando, até porque do lado de Fernando a “coisa” vai aquecer…

Fernando, não te fica bem…

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images-7Fernando Ruas decidiu não receber o “VIRIATO D’OURO” atribuído por unanimidade pela Assembleia Municipal de Viseu, sob proposta também unânime da Câmara Municipal. Ruas está no seu direito e lá terá as suas razões. Ruas, que todos sabemos, não morre de amores pelo actual executivo e vive obcecado pela ideia de voltar a subir a escadaria dos Paços do Concelho,  qual  Sassa Mutema, o salvador, cometeu um erro crasso de análise. Fernando não rejeitou uma ou a “distinção” de Almeida Henriques. Fernando, o homem e o autarca, rejeitou a distinção e o reconhecimento efectivo do seu povo, de quem o elegeu durante 24 anos, num acto da mais pura ingratidão e soberba autista. Nada mais a acrescentar.

“Silly” ou não, é a “season” cá da malta…

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Eis que chegamos a Setembro, suposto final de férias, “dead end” da denominada “silly season” politiqueira, a qual já foi bem mais interessante do que nos dias que correm…

Mantendo o registo, estamos então, em fase de “rentrée”, mas só para alguns, pois outros houve que não saíram de cena, ou não estivessemos em época de Feira de S. Mateus e a malta, mesmo dizendo que não, o que gosta mesmo é de “feirar”…

10488181_10204321341015219_2701961594739855324_n-1E feirar é o que tem feito António Almeida Henriques, edil de Viseu cidade região e com aspirações a líder regional. É que apesar das férias, a malta da “propaganda” não se cansa e vai que é um corropio… Ele é Volta a Portugal, ele é festa das Vindimas, Gabinetes do Agricultor e ciclistas outra vez, pelo meio ainda deu para ir ver o Académico ao Fontelo,10645304_1532237556994530_1137400549251394536_n lançar a requalificação do Largo do Arraial na “independente” Abraveses e para dar uma “mão” na Feira de S. Mateus ao som das concertinas do grande Canário… Aliás, a Jorge Sobrado, também conhecido como o “Biriato” dos tempos modernos, só lhe falta cantar à desgarrada, sendo que “desafiantes” não faltam nem vão faltar…

Animado e “quente” vai o verão socialista, mergulhados numa autêntica “jihad” pelo poder onde vale quase tudo, também a nível local, as eleições para a Federação Distrital estão ao rubro. Acácio Pinto e António Borges vão votos este fim-de-semana num clima 10538569_288975371281699_5139794759397608584_nde grande crispação interna, mas com as quotas em dia e concelhias renascidas. António Borges, a fazer fé na “cacique-ó-sondagem” que a sua candidatura fez nos últimos dias, é apontado como provável vencedor. Habituado a ganhar, Borges, o candidato do sistema, 10687089_678000338961615_1100672476958641454_napoiante e apoiado por Seguro, colocou no terreno toda a sua sapiência em matéria de campanhas e eleições surpreendendo um Acácio Pinto que ainda acredita que são as ideias que ganham eleições.

Calmo e temperado foi o verão laranja, com a questão distrital arrumada com a291762_2222711610675_1595365208_n manutenção, conveniente, de Mota Faria na liderança da distrital, talvez como prémio pelos resultados eleitorais alcançados, cabe a Pedro Alves dar as cartas. Aquele que já apelidaram de “mourinho” das beiras vai dando o “jogo” conforme pode e deixam, resta saber até quando…

HACom a concelhia local, essa sim, literalmente de férias, eleita faz hoje precisamente 2 meses, à espera de “posse” mas com vontade de “feirar” em grande já no próximo dia 12, o CDS, cuja distrital irá brevemente, ou não, a votos, teve um verão aparentemente calmo e sereno, com Hélder Amaral a procurar “arrumar” a casa. Apesar de algumas movimentações é provável que não tenha oposição…

A grande novidade deste verão na política local é a saída do PCP da sua histórica sede em Viseu, porque até já os avisos “vou voltar” de Fernando Ruas se tornaram banais e recorrentes, perdendo assim toda a graça.

Assim sendo, parece-me que “rentrée”não se justifica, que continue a…

Viseu, “link” para o Século XXI…

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10383503_770025703060746_7206571137780216071_nViseu é uma cidade de pequena/média dimensão europeia, segundo os últimos censos(2011), o concelho tinha 99.274 habitantes, respeitando à cidade cerca de 66 mil, o que a atira para um 12º lugar entre as cidades mais populosas do país, à frente, por exemplo, da cidade de Aveiro com apenas cerca de 55 mil “moliceiros”, mas que compara com os cerca de 152 mil de Salamanca e 311 mil de Valladolid…

Simpaticamente, apesar de tudo, assumimos que nos dias de hoje “seremos” já mais de 100 mil os que por “terras de Viriato” se vão fazendo à vida, mas não sem fazer a vida…

Viseu, cidade região, procura cada vez mais afirmar-se como a “capital” de uma vasta região de entre Douro e Tejo nas mais variadas vertentes. Considerada por muitos como a melhor “cidade para viver”, assinatura constante da sua própria marca, Viseu encontra-se na encruzilhada própria de quem procura mudar o paradigma, o paradigma de uma cidade que cuidou do edificado e do betão, olhou de soslaio para a economia e com muito pouco critério para os aspectos da dimensão cultural e da criação das condições necessárias para a afirmação de Viseu como uma “cidade de futuro” no contexto competitivo do 3º milénio, onde tudo ocorre à escala global, ou não estivéssemos nós a viver em pleno processo de globalização, para o bem e para o mal.

Assim sendo, o caminho a percorrer passa por tornar Viseu, cidade região, numa cidade competitiva, capaz de atrair e fixar “capital” de toda a espécie e, ao mesmo tempo, gerar desenvolvimento a todos os níveis, que levem a que se torne numa cidade sustentável, logo, uma cidade de e com futuro.

No paradigma do 3ª milénio, é preciso “arejar” a cidade, procurar a afirmação da sua identidade própria e da sua marca, mais do que isso, aproximar cada vez mais a imagem do que se projecta à realidade quotidiana.

Viseu, cidade região, urbe de eventos multidisciplinares, onde a inovação também tem lugar, capital inequívoca do Dão, senhora de uma monumentalidade única, onde se cruzam referências históricas do antes e pós nascimento da “portugalidade”, não pode falhar o desafio que tem pela frente de “ganhar” o futuro nas suas mais variadas vertentes.

Temos assistido a uma interessante “movida” cultural e social, a uma aposta na afirmação da marca “Viseu” em moldes diferentes do que até aqui foi feito, se é que o foi. Procura-se urge credibilizar e dar qualidade ao que se faz. Abrir as janelas, promover a discussão e o debate, envolver todos na estratégia e na acção, mas sem nunca quartar o espírito crítico e a capacidade de sonhar, ousar e procurar concretizar do individuo e tão própria da natureza humana, até porque subjacente à cidade está o Homem, em toda a sua dimensão.

Se hoje “crescemos” em relação a ontem, também sabemos que o caminho que há por fazer é longo, não sem obstáculos nem adversários, mas é seguramente um caminho para o qual todos estamos convocados…

Viseu tem de ser o “link” de ligação entre todos, se assim for, seremos uma cidade de e com futuro.

(artigo publicado  na edição nº 3 da LINK VISEU)

15 anos de vida, 15 anos de Irish…

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10349139_671834082872430_7425242780933607127_nTem tudo para não ser aquele “bar”, mas tem tudo para ser o Irish… o bar do Adão, ou melhor, a “casa” onde o Adão recebe os amigos, os amigos dos amigos e os amigos dos amigos dos amigos…

E isto é o Irish, casa onde todos vão, onde todos cabem e têm lugar, encontro de gerações por onde passam avós, pais, filhos e netos. Em 15 anos já várias por lá têm passado e vão regressando, vão passando e vão ficando…

Porque isto é o Irish, sede de animadas tertúlias de futebol, política e religião, onde já se mudou este mundo e o outro… casa onde se sabem as notícias pelo jornal, tv ou pela boca anónima de quem entra pela porta e é sempre recebido com um sorriso… e um simpático “que deseja?”.

Porque isto é o Irish, onde a música não está alta nem baixa, onde se está no Verão e Inverno, Outono e Primavera. Onde se vai de manhã, à tarde e à noite. Onde se estendem madrugadas, onde se sonha um mundo melhor…

Porque o Irish é cultura, é “marca” indelével da cidade, é essa cidade reunida num ponto10009846_630108063711699_1858701906_n só, se tal fosse possível… Respira-se a cidade, sente-se o pulsar da gente que somos e daqueles que nos visitam…

Porque o Irish são os amigos, os conhecidos e os outros… Porque o Irish é a alegria e é a tristeza, é a vida e é a “outra vida…

Porque o Irish são 15 anos de vidas, todas diferentes mas todas tão iguais…

Parabéns ao Irish, parabéns a todos os que no Irish dão ou deram o seu melhor, parabéns a todos nós.

1530351_681974578528232_772460454_nAdão, Hemingway, escritor e jornalista norte-americano, escreveu um día: “Mesmo quando eu estava em multidão, eu estava sempre sozinho”, não conheceu o “nosso” Irish… A ti Adão, a ti… pouco posso dizer para além de um obrigado…

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